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Copa do Mundo: motivos para acreditar no bi da França são muitos; veja quais

Seleção Francesa
Foto: CHRISTOPHE SIMON/AFP/Getty Images

Assim como as três cores da bandeira francesa, diria que os diferenciais da seleção de Deschamps são a consistência, o poder de decisão e Mbappé

Por Leandro Duarte

Domingo (15) é um dia de certeza na decisão do Mundial, que acontecerá a partir das 12h (horário de Brasília), em Moscou. A Croácia representa a surpresa, enquanto a França veste a afirmação. Em raros momentos, a seleção francesa esteve dominada nesta Copa do Mundo. O único momento de breve apagão foi quando a Argentina virou o placar nas oitavas de final, muito em função de duas jogadas em que a sorte sorriu para os argentinos. Afinal, com muita calma e determinação, os Bleus “reviraram” de 2 a 1 para 4 a 2.

 

FRANÇA, A LEGÍTIMA CAMPEÃ MUNDIAL NA RÚSSIA 2018

Principalmente em função da Revolução Francesa, condicionou-se a cada uma das três cores da bandeira do país um significado:

  • Azul: Liberté (Liberdade)
  • Branco: Égalité (Igualdade)
  • Vermelho: Fraternité (Fraternidade)

Agora, com relação ao galhardete que os “soldados” do comandante Didier Deschamps ostentam, são três as “cores”: consistência, poder de decisão e Mbappé. Falemos de cada um a seguir.

 

CONSISTÊNCIA

A França está longe de ser um time que empolgue pelo show e a plasticidade. A capacidade de fascinação da equipe advém do poder de dominação sobre os adversários. Nas seis partidas disputadas até aqui no Mundial, os franceses sempre ditaram o ritmo. Até no único momento em que estiveram atrás do marcador, na virada da Albiceleste, tratou-se de um gol de Ángel Di María, em um chute de rara felicidade no primeiro tempo, e outro por pura sorte de Mercado, que desvio um chute de Messi quando, na verdade, ele quis sair da trajetória da bola.

Sem afobação, os Bleus colocaram a bola no chão e as coisas em seu devido lugar. Assim como Di María, Pavard marcou um golaço. Aliás, o lateral-direito é uma das gratas surpresas desta Copa. Em seguida, Mbappé deu seu show particular e resolveu tudo. A mesma capacidade de não permitir ser dominada foi vista em todos os outros confrontos, contra Austrália, Peru, Dinamarca, Uruguai e Bélgica. Mesmo no enfadonho empate contra os dinamarqueses (0 a 0), quando Deschamps poupou inúmeros titulares, os franceses ditaram o ritmo dos passes laterais.

Mas quem melhor representa o ideal de consistência é o sistema defensivo. Uma verdadeira fortaleza chefiada pelos zagueiros Umtiti e Varane, que, inclusive, têm sido decisivos com gols importantes, assim como foi contra uruguaios e belgas. Além deles, o contestado goleiro Hugo Lloris faz bela Copa do Mundo. Não à toa, passou à condição de grande favorito ao prêmio Luva de Ouro.

 

PODER DE DECISÃO

A atribuição mais relevante do selecionado francês é justamente o poder de decisão, o que faltou a muitos dos fortes candidatos ao título que ficaram pelo caminho, inclusive o Brasil, que contou com duas chances claras de empatar contra os belgas e acabou dando adeus ao sonho do hexa em 2018. Já os campeões em 1998, e que estão muito perto do bi (para desgosto do editor do Ganhador, Pedro Coelho), mostram a cobra morta e o pau.

Na fase de grupos, sempre alertei a todos que aquele futebolzinho burocrático da França era um claro sinal de poupança de energia. Afinal, os principais jogadores tiveram um fim de temporada europeia extenuante com muitas partidas decisivas e desgastantes. Com muitos no limite das condições físicas, era compreensível que o fôlego fosse guardado para a hora H.

A premissa faz tanto sentido que o time marcou três gols nos três confrontos da primeira fase – 2 a 1 sobre a Austrália e 1 a 0 no Peru – e anotou quatro somente nas oitavas de final (4 a 3 sobre a Argentina). Diante dos uruguaios, Antoine Griezmann colocou a bola na cabeça de Varane e fez o dele (2 a 0).

E contra os belgas, os franceses seguraram a pressão inicial dos algozes da Seleção Brasileira e mataram o jogo com o gol de cabeça de Umtiti, aos cinco minutos do segundo tempo. Depois disso, nem com serra elétrica e dinamite os Diabos Vermelhos atravessaram a fortaleza dos Bleus. Com o time de Didier Deschamps é assim: em vantagem, é raro o resultado vir a ser favorável para o outro lado.

 

KYLIAN MBAPPÉ

Por fim, a França tem Mbappé, revelação e melhor jogador do Mundial de 2018. Um craque insinuante e que é capaz de furar as retrancas com arrancadas, dribles e ótimas assistências para os companheiros. Aliás, o atacante Giroud, que segue em branco na Rússia, cansou de receber bolas açucaras do camisa 10. O bi mundial francês terá a cara do prodígio do PSG com o alicerce dos igualmente notáveis Griezmann, Pogbá, Kanté, Umtiti, Pavard, Varane, Umtiti e Lloris. Salve o novo campeão!

DISPUTA DO TERCEIRO LUGAR DA COPA DO MUNDO 2018

Sábado, 14 de julho

  • 11:00 – Bélgica 2×0 Inglaterra

FINAL DA COPA DO MUNDO 2018

Domingo, 15 de julho

  • 12:00 – França x Croácia – Palpite: França

 

ATUALIZAÇÃO ANTERIOR: 04/07/2018

Seleção da Inglaterra: motivos para acreditar no bi do English Team

English Team passou sufoco desnecessário contra a Colômbia nas oitavas de final, mas terá pela frente um caminho rumo à final menos tortuoso em relação a Brasil, França e Bélgica

Por Leandro Duarte

A Inglaterra está nas quartas de final da Copa do Mundo. Antes do Mundial, a nossa previsão de que o English Team não teria trajetória precoce na Rússia está se confirmando. Ontem (03), os ingleses passaram pela Colômbia, nos pênaltis, e avançaram às quartas de final. Um sufoco desnecessário, já que os comandados de Gareth Southgate venciam até os 48 minutos do segundo tempo, quando sofreram um gol de Yerry Mina. Mas nas penalidades máximas, brilhou a estrela do goleirão Jordan Pickford.

 

INGLATERRA: TRÊS JOGOS PARA O BI

E ainda sobre as cobranças de pênaltis, os britânicos tiraram um peso enorme das costas. Depois de ser eliminada desta forma em 1990 (semifinal), 1998 (oitavas) e 2006 (quartas de final), a Inglaterra pôde enfim exorcizar um fantasma de Copas passadas. Porém, será preciso melhorar o futebol apresentado diante dos colombianos contra a perigosa Suécia.

Aliás, os nórdicos são tidos como exterminadores de campeões por terem eliminado gigantes como Itália e Holanda pelo caminho nas Eliminatórias, além de deixar a Alemanha pelo caminho no grupo F. Com uma atuação bastante consistente diante da Suíça, os escandinavos, que chegaram à Rússia como azarões, inclusive por abrirem mão do craque Zlatan Ibrahimovic, venderão muito caro a derrota para os Três Leões.

Comparado a Brasil, França, Bélgica e Uruguai, o English Team conta com um caminho hipoteticamente mais simples, quando divide o chaveamento com os próprio suecos, Croácia e Rússia, sendo nenhuma das três campeãs mundiais. Do outro lado, só os belgas não ergueram a Taça FIFA ou a Jules Rimet.

 

O QUE O MERCADO PROJETA PARA SUÉCIA X INGLATERRA

O encontro entre europeus está marcado para este sábado (07), às 11h (horário de Brasília), quando a Inglaterra já é apontada como favorita, em um investimento que traz o lucro de 90%. No caso da classificação da Suécia para a semifinal, no tempo normal, o rendimento sobe para 375%, enquanto o empate paga R$ 3,40 sobre cada real. Mas não vale a pena investir no resultado igual. O motivo? Há uma modalidade que traz retorno maior para quem confia na realização da prorrogação, o que só acontece em caso de empate: 550%.

 

HARRY KANE, UM CANDIDATO CADA VEZ MAIS FORTE AO PRÊMIO CHUTEIRA DE OURO

Contra a Colômbia, o jovem capitão inglês, Harry Kane, chegou ao sexto gol na Rússia. Hoje, entre os jogadores que vestiram a camisa do país em Copas, ele só está atrás do ídolo Gary Lineker, que marcou dez vezes – soma de 1986 e 1990. Mas com a possibilidade de fazer ainda mais três jogos no Mundial da Rússia, Kane pode entrar para a história. Além de igualar a marca de Lineker, tiraria Gerd Muller do posto solitário de único a balançar as redes dez vezes em apenas uma edição.

Quem está no encalço de Kane são Romelu Lukaku (Bélgica), que já fez quatro gols, além de Cavani (Uruguai), Dzyuba e Cheryshev (ambos da Rússia), ambos com três gols cada. Agora, se o craque do Tottenham ganhar a Chuteira de Ouro, o valor pago na aposta é de R$ 1,28 por cada real.

 

REESTRUTURAÇÃO JÁ RENDE BONS FRUTOS

Em função dos repetidos fracassos nas últimas Copas do Mundo e da dificuldade de revelar craques como seus principais adversários, a The Football Association (FA), que é a federação inglesa de futebol, passou a investir pesado na formação de jogadores e no fortalecimento da estrutura das seleções de base, em trabalho semelhante ao desenvolvido pela Alemanha, depois da campanha de 1998, quando os alemães disputaram o Mundial da França com um grupo com idade bastante avançada.

Desde então, a Inglaterra passou a dar as cartas nas competições de aspirantes, sendo a atual campeã mundial do sub-17 e sub-20, dona do título da Eurocopa sub-19, além do vice da Euro sub-17 e semifinalista da competição continental na categoria sub-21. A iniciativa recebeu o nome de “Elite Player Performance Plan (EPPP)”. A metodologia se divide em três etapas: Iniciação (9 a 11 anos), Desenvolvimento Jovem (12 a 16 anos) e Desenvolvimento Profissional (17 a 23 anos). Pelo visto, mais cedo ou mais tarde, o bi se consolidará.

 

ATUALIZAÇÃO DA LISTA DOS FAVORITOS AO TÍTULO NO MUNDIAL DE 2018

  • 1º Brasil – R$ 3,75/R$ 1
  • 2º França – R$ 5,00/R$ 1
  • 3º Inglaterra – R$ 5,00/R$ 1
  • 3º Bélgica – R$ 7,00/R$ 1
  • 5º Croácia – R$ 7,00/R$ 1
  • 6º Uruguai – R$ 17,00/R$ 1
  • 7º Rússia – R$ 21,00/R$ 1
  • 8º Suécia – R$ 23,00/R$ 1

 

JOGOS DAS QUARTAS DE FINAL DA COPA DO MUNDO

Sexta-feira, 06 de julho

  • 11:00 – (R$ 4,58) Uruguai x França (R$ 2,01); empate (R$ 3,21) – Palpite: França
  • 15:00 – (R$ 2,14) Brasil x Bélgica (R$ 3,68); empate (R$ 3,47) – Palpite: Brasil

Sábado, 07 de julho

  • 11:00 – (R$ 4,93) Suécia x Inglaterra (R$ 1,85); empate (R$ 3,40) – Palpite: Inglaterra
  • 15:00 – (R$ 3,92) Rússia x Croácia (R$ 2,22); empate (R$ 3,10) – Palpite: Croácia

 

ATUALIZAÇÃO ANTERIOR: 18/06/2018

Seleção da Inglaterra: motivos para acreditar no bi do English Team

Campeão em 1966 não figura entre as grandes favoritas, mas tem qualidade para surpreender no Mundial e proporcionar um pagamento de encher os olhos dos investidores

Por OddsShark Brasil

A mídia esportiva tem se concentrado em atribuir o favoritismo para a conquista da Copa do Mundo a seleções como Alemanha, atual campeã, Brasil, Espanha e Argentina. Detalhe: todas tropeçaram na estreia. Logo, por que não imaginar que chegou a vez da Inglaterra conquistar o tão sonhado bicampeonato? Aliás, você pode faturar uma bela quantia se tal previsão se confirmar. Explicaremos detalhadamente, a seguir, como você pode tirar grande proveito com os números do Oddsshark.

 

Copa do Mundo de 2018: motivos para apostar na Inglaterra como campeã

A estreia dos ingleses é nesta terça-feira (18), às 15h (horário de Brasília), contra a Tunísia, pelo Grupo G – acompanhe o prognóstico clicando no link. É bem verdade que o English Team desperta muita desconfiança com relação à possibilidade de levantar o caneco. O primeiro e único título mundial foi conquistado no longínquo ano de 1966, em final controversa contra os alemães, quando a seleção inglesa, país-sede daquele Mundial, foi favorecida por decisões controversas da arbitragem.

Em 1990, a Inglaterra conseguiu a melhor classificação desde então. Nas semifinais da Copa da Itália, o time comandado pelo saudoso Bobby Robson caiu nos pênaltis para os germânicos, que ficaram com a taça – depois de derrotarem a Argentina na decisão. Em 2002, o último grande momento. Em um jogo digno da alcunha de final antecipada, os ingleses, que contavam com Beckham e Owen no auge de suas carreiras, perderam de virada por 2 a 1 para o Brasil, que abriu caminho para o penta.

 

Reestruturação já rende bons frutos

Em função dos repetidos fracassos e da dificuldade de revelar craques como seus principais adversários, a The Football Association (FA), que é a federação inglesa de futebol, passou a investir pesado na formação de jogadores e no fortalecimento da estrutura das seleções de base, em trabalho semelhante ao desenvolvido pela Alemanha, depois da campanha de 1998, quando os alemães disputaram o Mundial da França com um grupo com idade bastante avançada.

Desde então, a Inglaterra passou a dar as cartas nas competições de aspirantes, sendo a atual campeã mundial do sub-17 e sub-20, dona do título da Eurocopa sub-19, além do vice da Euro sub-17 e semifinalista da competição continental na categoria sub-21. A iniciativa recebeu o nome de “Elite Player Performance Plan (EPPP)”. A metodologia se divide em três etapas: Iniciação (9 a 11 anos), Desenvolvimento Jovem (12 a 16 anos) e Desenvolvimento Profissional (17 a 23 anos).

Na prática, membros da federação recrutam jovens talentos por todo o país e os direcionam para os clubes mais próximos, que também são gratificados dependendo do nível de capacitação que proporciona aos futuros atletas. De acordo com a estrutura que oferecem, quanto melhor a avaliação, mais dinheiro recebem para investir nas categorias de base.

 

Lucre com o título da Inglaterra na Copa do Mundo

Hoje, para quem apostar na seleção inglesa como a próxima campeã mundial, o lucro será de 1500%, segundo o Oddsshark. Por isso, fica a dica para um investimento a fundo perdido. Como assim? Simples. Trata-se de uma estratégia de diversificação dos palpites. Em vez de concentrar a verba em apenas um país, você aumenta suas chances apontando para outros caminhos.

Por exemplo: se você dispõe de R$ 50, a dica é não colocar tudo em um só candidato. Nos ingleses, a boa é alocar 20% do montante, o que equivale a R$ 10, e aguardar os “dados rolarem”. Se a Inglaterra chegar ao tão sonhado bicampeonato, você irá resgatar R$ 150. Subtraindo os R$ 40 despendidos em outras possibilidades, o valor líquido passa para R$ 110 – pouco mais que o dobro do que foi gasto inicialmente. Que tal seguir por este caminho?

 

Convocação da Inglaterra para o Mundial

O técnico Gareth Southgate conta com os seguintes jogadores para buscar a Taça FIFA na Rússia. São eles:

Goleiros: Jordan Pickford (Everton), Jack Butland (Stoke City) e Nick Pope (Burnley);

Defensores: Alexander-Arnold (Liverpool), Cahill (Chelsea), Delph, Stones e Walker (Manchester City), Phil Jones e Ashley Young (Manchester United), Danny Rose e Trippier (Tottenham) e Harry Maguire (Leicester);

Meio-campo: Dier e Dele Alli (Tottenham), Jordan Henderson (Liverpool), Lingard (Manchester United) e Loftus-Cheek (Crystal Palace);

Ataque: Raheem Sterling (Manchester City), Marcus Rashford (Manchester United), Harry Kane (Tottenham), Jamie Vardy (Leicester) e Danny Welbeck (Arsenal).

 

Artilharia da Copa do Mundo de 2018

Fique de olho, também, nas possibilidades com relação ao principal goleador do Mundial. E o inglês Harry Kane traz um excelente retorno se terminar a competição na condição de artilheiro. Confira a cota do Oddsshark:

  • Harry Kane (Inglaterra) – R$ 17,00/R$ 1

 

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