Copa América 2019: conheça as seleções participantes e saiba como apostar

A Copa América de 2019 promete ser uma das edições mais equilibradas das últimas décadas. Afinal, a briga pelo título não estará restrita a Brasil, Argentina e Uruguai, os três maiores ganhadores da história do torneio. Com o desenvolvimento do futebol em vários países de menor tradição, as três gigantes do continente não terão moleza ao longo do certame, como você pode ver nos odds do Bodog. Esse é um dos vários motivos que fazem da Copa América de 2019, no Brasil, uma das competições mais esperadas pelos fãs do futebol sul-americano – e também pelos adeptos das apostas esportivas, que terão uma excelente oportunidade de lucrar e se divertir com o torneio.

Na Copa do Mundo da Rússia, em 2018, as cinco seleções que representaram a América do Sul ficaram abaixo das expectativas. O Peru caiu logo na primeira fase. Argentina e Colômbia foram eliminadas nas oitavas-de-final. Brasil e Uruguai, os dois melhores do continente no torneio, acabaram sendo derrotados nas quartas. Esse desempenho, no entanto, não representa bem o potencial dos sul-americanos. Quase todos chegaram à Rússia com problemas (de ordem física, tática ou de relacionamento) e não conseguiram render o que poderiam. A Copa América, a ser disputada entre junho e julho de 2019, tem sido encarada como a chance de dar a volta por cima.

Para os favoritos Brasil e Argentina, o pensamento é só um: levantar a taça e acabar com uma sequência de decepções. Entre os que correm por fora, como Uruguai e Chile, o objetivo é surpreender as superpotências. A Copa América de 2019 também terá quatro seleções coadjuvantes, sendo duas convidadas: Venezuela, Bolívia, Japão e Qatar. Mas que ninguém espere entrar em campo para passear sobre nenhuma delas. Apesar da fragilidade de seus elencos, todas querem fazer um bom papel, já que o torneio receberá enorme atenção no exterior. Por não coincidir com nenhuma outra competição de primeiro nível, a Copa América de 2019 é o grande destaque do calendário do futebol internacional na temporada.

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Formato da competição

Confira abaixo o formato da competição a lista de países que participação da Copa América e quem são os favoritos para ganhar.

 

Uma Copa América com doze equipes

Até 1991, a Copa América foi disputada apenas pelos dez filiados à Conmebol. Em 1993, porém, ela passou a convidar países de outras partes do mundo, aumentando o número de participantes. Virou rotina a presença de times como México e Estados Unidos. Além de mexicanos e americanos – cuja participação visava aumentar o interesse e a audiência do torneio –, equipes menos tradicionais também foram chamadas a disputar o certame. Jamaica, Honduras e Costa Rica já tiveram a oportunidade de disputar a Copa América.

O caso mais extremo é o do Japão, que em 1999 se transformou na primeira seleção de fora das Américas a disputar a competição. Em 2019, os japoneses retornam ao torneio, junto de um estreante, o Qatar, também filiado à confederação asiática. Assim, a Copa América do Brasil marcará o retorno ao formato com doze participantes, que vigorou entre 1993 e 2015. Em 2016, a Copa América Centenário, edição comemorativa disputada nos Estados Unidos, teve dezesseis equipes (as dez da Conmebol mais as convidadas EUA, México, Costa Rica, Panamá, Jamaica e Haiti). Além do aspecto financeiro, a Copa América com doze equipes também facilita a montagem da tabela, já que é possível dividir as equipes em três grupos com quatro seleções cada.

 

Classificação sem eliminatórias

Ao contrário do que ocorre na Europa, onde as seleções precisam disputar uma duríssima eliminatória para chegar ao torneio continental, na América do Sul não existe nenhuma seletiva. Todos os dez países do continente têm vaga garantida na Copa América, por mais que suas seleções atravessem momentos ruins. As outras duas participantes da edição de 2019 foram procuradas pela Conmebol e convidadas sem nenhum tipo de critério técnico ou disputa prévia. Tanto no caso do Japão como no do Qatar, o aspecto financeiro teve um peso muito evidente.

Trata-se de um retrocesso em relação à última Copa América, em 2016, em que méritos técnicos foram valorizados na definição dos times de outras confederações. Panamá e Haiti faturaram suas vagas em um playoff, enquanto Costa Rica e Jamaica se credenciaram através de títulos regionais (Copa Centroamericana e Copa do Caribe, respectivamente). Com a volta ao formato com doze seleções, esse tipo de critério foi abandonado. Uma curiosidade: antes da Copa América Centenário, apenas uma edição do torneio teve uma disputa prévia eliminatória: a de 1967, em que Colômbia e Equador ficaram de fora.

 

Brasil: o grande favorito ao título

Não é surpresa para ninguém: a seleção brasileira larga como a maior candidata ao título da Copa América 2019. Jogando em casa e contando com o elenco mais equilibrado e consistente da competição, o Brasil aparece como favorito destacado ao título segundo as casas de apostas esportivas da internet. Se você decidir fazer um palpite no título da seleção canarinho, pode obter R$ 2,87 a cada R$ 1,00 investido no Bodog, caso o Brasil confirme a expectativa da torcida local.

A campanha da seleção no Mundial da Rússia não chegou a arrancar suspiros, mas o voto de confiança em Tite, mantido no comando técnico mesmo com a eliminação diante da Bélgica, mostra que o treinador tem a confiança dos dirigentes e do torcedor. Também há enorme expectativa em torno de Neymar, que fez uma Copa apagada e vai querer apagar essa má impressão no Brasil.

A seleção pentacampeã mundial já conquistou oito títulos da Copa América, sendo que quatro dessas conquistas vieram nas últimas oito edições do torneio. Para completar, o Brasil foi campeão em todas as ocasiões que disputou uma Copa América como anfitrião (foram quatro vezes, em 1919, 1922, 1949 e 1989). Para resumir: vai ser difícil tirar o título dos donos da casa em 2019.

 

Argentina: grande concorrente para ganhar a Copa América

A principal concorrente do Brasil também não é nenhuma novidade. A segunda seleção com mais chances de ser campeã segundo os sites de apostas é a Argentina. Quem colocar suas fichas no título da equipe azul e branca pode obter um retorno de R$ 3,50 a cada R$ 1,00 aplicado no Bodog. Antes de investir nos argentinos, porém, vale lembrar que a seleção vive uma grave crise e fica muito difícil prever como a equipe chegará à Copa América de 2019. A própria formação do time é uma grande incógnita.

Depois da tumultuada passagem do técnico Jorge Sampaoli e da campanha desastrada nos gramados da Rússia, a equipe bicampeã mundial procura um novo rumo, sonhando com a quebra de um incômodo jejum. A Argentina não conquista nenhum título desde a Copa América de 1993, disputada no Equador. As últimas três edições do torneio foram dolorosas para o torcedor argentino. Em 2011, jogando em casa, a equipe foi eliminada pelo rival Uruguai e não chegou nem às semifinais; em 2015 e 2016, perdeu nos pênaltis em duas decisões diante do Chile, um oponente odiado pelos argentinos.

Apesar das decepções recentes, também há vários motivos para se acreditar na chance de título da Argentina. Em primeiro lugar, a tradição: o país é o segundo maior vencedor da história da Copa América, com catorze títulos, além de seis vices e outras catorze participações em semifinais. Mas o fator mais importante para credenciar a Argentina ao título é Lionel Messi. Mesmo sem um retrospecto dos mais brilhantes com a camisa de seu país, o craque do Barcelona segue perseguindo seu primeiro título pela seleção adulta (já tem medalha de ouro olímpica). Será que ele vai erguer a taça no Maracanã?

 

Bolívia: seleção com papel digno

O torcedor boliviano já festejou um título de Copa América, em 1963, em uma das maiores façanhas da história de sua seleção – a outra foi a ida ao Mundial de 1994, com a geração de “El Diablo” Etcheverry. A equipe atual, entretanto, não é nem sombra daquele time aguerrido que dava muito trabalho aos adversários – incluindo o Brasil, que em 1993, em La Paz, sofreu a primeira derrota de sua história nas Eliminatórias.

Sob o comando do técnico César Farías, a Bolívia virá ao Brasil pensando apenas em não passar vexame. A chance de avançar à segunda fase é remota. Nas casas de apostas, só o Qatar está atrás da Bolívia – que, se for campeã, paga nada menos de R$ 51,00/R$ 1,00 ao ousado apostador que decidir se arriscar com a seleção verde, apostando no Bodog. Em sua passagem pelo país, a Bolívia deverá trazer atletas bem conhecidos da torcida brasileira, como Marcelo Moreno (ex-Cruzeiro), Arce (ex-Corinthians) e Chumacero (ex-Sport).

 

Chile: o sonho do tri

De acordo com as casas de apostas online, a seleção que tem mais chances de tirar a taça dos favoritos Brasil e Argentina é o Chile. Atual bicampeã da Copa América, a seleção andina aparece bem cotada nos sites de apostas esportivas, pagando R$ 7,00/R$ 1,00 se faturar o tri. O problema é que a equipe chilena parece ter entrado em declínio depois da vitória na Copa América Centenário. Tanto que os chilenos nem sequer foram à Copa da Rússia.

O colombiano Reinaldo Rueda deixou o comando do Flamengo para assumir as rédeas da equipe e recuperar o Chile justamente com vistas à Copa América de 2019. Os veteranos que brilharam nos dois únicos títulos da história da equipe – o meia Vidal, o goleiro Bravo e o atacante Sánchez – seguem sendo os pilares do time. Além dos títulos de 2016 e 2017, o Chile acumula quatro vices de Copa América, em 1955, 1956, 1979 e 1987.

 

Colômbia: luta contra a eliminação precoce

Pela segunda vez em sua história, a seleção colombiana vive uma situação paradoxal: conta com um belíssimo time, mas não consegue chegar às fases decisivas dos torneios que disputa. Assim como a geração de Rincón, Valderrama e Asprilla, o time de James Rodríguez, Falcao García e Cuadrado decepcionou tanto no Mundial da Rússia como nas últimas edições da Copa América. No Brasil, o objetivo é ser protagonista.

Dona de apenas um título da Copa América (em 2001, quando o torneio foi realizado no próprio país), a Colômbia aparece logo atrás do Chile na lista de candidatos. Uma eventual conquista colombiana devolve R$ 9,00 a cada R$ 1,00, cotação bastante atraente. Além de James, Falcao e Cuadrado, o elenco conta com nomes como Yerry Mina, Quintero, Bacca, Sánchez e Borja. Ou seja: a Colômbia tem peças de sobra, só falta montar um grande time.

 

Equador: país de respeito no torneio

O Equador começou bem as Eliminatórias para a Copa de 2018, mas acabou se perdendo no meio do caminho. Ainda assim, trata-se de um adversário que vai dar trabalho para qualquer seleção na Copa América. Treinado pelo colombiano Hernán Darío Gómez, profundo conhecedor do futebol sul-americano, o Equador tem nomes como Enner Valencia, Bolaños e Antonio Valencia. Trata-se de um time de muito vigor físico.

Conforme mostram os odds nas apostas de longo prazo sobre a Copa América, o Equador não está entre os candidatos ao título. Uma inédita conquista do país no torneio oferece retorno de R$ 21,00/R$ 1,00. Mas que ninguém pense que encarar essa equipe durante o certame será uma moleza. Dependendo do caminho que pegar no torneio, o Equador pode inclusive ser um dos participantes do mata-mata.

 

Paraguai: longe de sua melhor fase

A seleção paraguaia tem um belo histórico na Copa América. São dois títulos (1953 e 1979), seis vices (o último deles em 2011) e outras catorze participações em semifinais. Entre as equipes do segundo escalão sul-americano, nenhuma outra é tão consistente. O problema é que a atual geração paraguaia é escassa em talento, o que transforma o país em um provável coadjuvante da Copa América de 2019.

A grande esperança do Paraguai está no banco. O colombiano Juan Carlos Osorio, ex-São Paulo e seleção do México, já mostrou que é capaz de fazer bons trabalhos com elencos limitados. Os zagueiros Balbuena, ex-Corinthians, e Gustavo Gómez, do Palmeiras, estão entre os nomes conhecidos do torcedor brasileiro, assim como os atacantes Romero, do Timão, e Derlis González, do Santos. Cotação nos sites de apostas: R$ 26,00/R$ 1,00 em caso de conquista do tri da Copa América.

 

Peru: tentativa de apagar fiasco da Copa do Mundo

A seleção peruana tem a mesma cotação que os paraguaios nas casas de apostas da internet: se levantar a taça da Copa América no Brasil, devolve R$ 26,00/R$ 1,00. Assim como os paraguaios e chilenos, o Peru também tem dois troféus continentais em sua galeria (conquistados em 1939 e 1975).

Classificada à Copa do Mundo na repescagem, a seleção peruana não foi bem na Rússia, perdendo a chance de avançar em um grupo que parecia bastante acessível. A indefinição sobre a suspensão do artilheiro Guerrero foi uma distração. O técnico Ricardo Gareca permaneceu no comando, com o desafio de virar a página de 2018 e mostrar a qualidade do time, que conta com nomes como Farfán, Flores e Cueva, ex-São Paulo.

 

Uruguai: o bicho-papão da Copa América

Talvez a cotação mais atraente entre todas as doze seleções da Copa América seja a do Uruguai. As casas de apostas colocam a equipe como apenas a quinta principal candidata à taça, pagando R$ 13,00/R$ 1,00. Mas vale lembrar que o Uruguai é o maior campeão da história da competição, somando incríveis quinze títulos, quase o dobro do Brasil.

Além da tradição, outro fator que deve ser levado em conta pelo apostador disposto a investir no Uruguai é o entrosamento da equipe. O veteraníssimo técnico Óscar Tabárez surpreendeu a todos ao renovar seu contrato depois do Mundial da Rússia, mesmo com suas limitações físicas. Com isso, a base segue a mesma, com Muslera no gol, Godín e Giménez na zaga e os matadores Suárez e Cavani formando um ataque de fazer inveja a qualquer seleção do planeta. E ainda há novidades como Nández, Betancur, Arrascaeta…

 

Venezuela: só almeja evitar um vexame

Quem tiver a ousadia de colocar suas fichas na Venezuela pode ter um 2019 iluminado: o título da seleção “vinho tinto” paga R$ 34,00/R$ 1,00. O difícil é acreditar que a equipe do técnico Rafael Dudamel tenha bola para vencer um jogo sequer na Copa América. O atacante Rondón, com passagens por equipes da Premier League e La Liga, é uma das poucas armas da equipe, que deve passar quase despercebida pela Copa América.

 

Japão: de volta à Copa América

O Japão tem a mesma cotação que a Venezuela, R$ 34,00/R$ 1,00. A equipe asiática, no entanto, tem mais bola que os venezuelanos, como ficou claro durante a Copa da Rússia. Nas oitavas, o Japão ficou perto de eliminar a Bélgica, mas tomou a virada por 3×2. Atletas como Honda, Kagawa e Okazaki fazem da seleção nipônica um time de bom nível. Em sua participação anterior na Copa América, em 1999, o Japão somou apenas um ponto. Vinte anos depois, a meta é obter a primeira vitória.

 

Qatar: país-sede da Copa do Mundo 2022

Única estreante da Copa América 2019, a seleção do Qatar é a maior zebra do torneio: R$ 101,00/R$ 1,00 em caso de título. A equipe é treinada pelo espanhol Félix Sánchez Bas e não conta com nenhum jogador de destaque no futebol internacional. Sua presença no Brasil em 2019 se explica por apenas um motivo: o convite é um agrado aos anfitriões da Copa do Mundo de 2022.

 

Guia completo da Copa América 2019:

 

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