Histórico da Copa América: os últimos campeões e suas cotações nas casas de apostas

A Copa América de 2019, no Brasil, poderá ter uma marca histórica. Se Argentina e Chile chegarem à final, será a primeira vez que uma competição entre seleções de primeiro nível será decidida pelas mesmas equipes em três edições consecutivas. Argentinos e chilenos se enfrentaram nas finais da Copa América de 2015 e 2016, e o desfecho foi o mesmo em ambas: vitória do Chile nos pênaltis. Em 2019, entretanto, essas equipes terão um obstáculo significativo até a decisão. Afinal, o Brasil é o grande favorito ao título. De acordo com as casas de apostas esportivas da internet, o time da casa é o mais bem cotado a ser campeão no torneio, que acontece entre junho e julho de 2019.

Isso não quer dizer que o torcedor brasileiro deva se empolgar demais. Vale lembrar que o Chile não era o favorito ao título em ambas as edições que venceu. A Copa América tem sido bastante equilibrada nas últimas décadas – e não faltam exemplos de favoritos sendo eliminados precocemente. O Brasil, seleção mais consagrada do continente, não chega a uma final há mais de uma década. Foram três edições em que a equipe pentacampeã do mundo fracassou. Em 2011 e 2015, a equipe canarinho caiu nas quartas-de-final. Já em 2016, na Copa América Centenário, a seleção foi um fiasco: não passou nem sequer à segunda fase. Uma zebra que derrubou muita gente, já que boa parte dos apostadores acreditava em um novo título do Brasil.

Apesar de tudo, esse desfecho não chegou a ser surpreendente do ponto de vista histórico. Isso porque o Brasil, apesar de ser o único país com cinco Copas do Mundo em sua galeria de conquistas, está longe de ser o bicho-papão da Copa América. A seleção brasileira é só a terceira maior campeã da história do torneio. São oito títulos, contra catorze da Argentina e quinze do Uruguai, maior vencedor da competição. Portanto, o torcedor deve saber que o Brasil não terá moleza na próxima Copa América. Como todo apostador de sucesso já sabe, o retrospecto deve sempre ser levado em conta na hora de se fazer um palpite. Por outro lado, o histórico do Brasil jogando o torneio em casa é perfeito: quatro edições como anfitrião, quatro títulos. A seleção mantém os 100% de aproveitamento em 2019?

Melhores sites de apostas

Saque em

1-2

Dias

R$200

Bônus

+4

Saque em 1-2 - Dias

Saque em

1-2

Dias

R$150

Bônus

+3

Saque em 1-2 - Dias

Saque em

1-2

Dias

Transmissão

ao Vivo

Saque em 1-2 - Dias

Saque em

1-2

Dias

R$200

Bônus

+2 More

Saque em 1-2 - Dias

Saque em

1-2

Dias

R$777

Bônus

+8 More

Saque em 1-2 - Dias

 

Chile, o campeão da Copa América de 2016

Apesar de ter vencido a edição anterior (disputada apenas um ano antes, em seu próprio país), a seleção chilena não era a favorita à conquista do título. A Copa América de 2016, que também ficou conhecida como Copa América Centenário, começou com a Argentina como maior candidata à taça. A expectativa geral era de que Lionel Messi faria de tudo para quebrar o jejum de títulos de sua equipe, que não levantava um troféu desde a Copa América de 1993. Os sites de apostas esportivas como Bet365 cotavam a chance de um triunfo argentino em R$ 3,00 a cada R$ 1,00 investido.

O Brasil vinha logo em seguida, pagando R$ 5,50/R$ 1,00 caso fosse campeão. É preciso lembrar que a seleção atravessava um momento ruim. Comandada por Dunga, a equipe pentacampeã mundial não contava com a confiança de seu torcedor. Não é exagero dizer que o Brasil só aparecia como segunda principal candidata à taça por causa do peso de sua camisa e da força de seu elenco, que contava com nomes como Philippe Coutinho, Casemiro e Willian. Neymar era a grande ausência, já que uma negociação entre a CBF e o Barcelona definiu que ele só seria liberado para a Olimpíada do Rio-2016 caso não fosse chamado a disputar a Copa América Centenário.

O Chile aparecia em terceiro lugar na lista de favoritos, devolvendo R$ 9,00 a cada R$ 1,00 aplicado em caso de título. A equipe andina foi aos EUA sob novo comando: Juan Antonio Pizzi assumiu no lugar de Jorge Sampaoli com a responsabilidade de repetir a campanha de 2015, quando os chilenos comemoraram em casa. E o bi veio exatamente da mesma forma. Assim como na decisão disputada no Estádio Nacional de Santiago, a final de 2016 acabou empatada em 0x0 no tempo normal e na prorrogação. E assim como em 2015, o Chile levou a melhor nos pênaltis, para desespero de Lionel Messi, que desperdiçou sua cobrança e estendeu a longa série de decepções com a camisa de sua seleção.

 

A maior Copa América de todos os tempos

Além de Brasil, Argentina e Chile, outras treze seleções disputaram o torneio nos Estados Unidos, fazendo da Copa América Centenário a maior edição da história do certame. Foi, de fato, uma competição única, tanto pelo fato de acontecer fora da América do Sul como pelo ano de disputa, saindo do calendário regular (de quatro em quatro anos). Além das dez equipes da Conmebol, outras seis seleções entraram na disputa: as convidadas EUA e México mais Costa Rica, Jamaica, Panamá e Haiti. Essas últimas conquistaram suas vagas através das competições regionais da Concacaf.

A grande novidade nas cotações das casas de apostas online, como Bumbet, foi a presença dos americanos entre os candidatos ao título. Os anfitriões só perdiam para Argentina, Brasil, Chile e Colômbia (R$ 10,00/R$ 1,00). Um inédito título da seleção dos EUA pagaria R$ 11,00/R$ 1,00 – à frente, por exemplo, do sempre competitivo Uruguai e também do México, ambos cotados em R$ 13,00/R$ 1,00.

Os outros nove participantes (Equador, Costa Rica, Peru, Paraguai, Venezuela, Bolívia, Panamá, Jamaica e Haiti) figuravam como meros coadjuvantes. O Haiti, aliás, chegou para o torneio como a maior zebra de toda a história da Copa América. Se fosse campeã, a seleção caribenha renderia um inacreditável retorno de R$ 1.001,00/R$ 1,00. Como já era de se imaginar, os haitianos perderam seus três jogos, incluindo um 7×1 para o Brasil.

 

Chileno frustrou apostas em Messi artilheiro

Sem Neymar, Lionel Messi chegou aos Estados Unidos para a Copa América de 2016 como favorito disparado à artilharia do torneio. O supercraque do Barcelona queria apagar todas as dúvidas sobre seu desempenho com a camisa da Argentina. O Bodog e diversos outros sites de apostas apresentavam uma cotação de R$ 1,50/R$ 1,00 para o caso de Messi se consagrar como goleador máximo da competição. De fato, Messi fez uma ótima Copa América Centenário, marcando cinco gols e liderando sua equipe até a final.

A torcida de quem colocou suas fichas em Messi como artilheiro durou até a prorrogação contra o Chile, mas o argentino não balançou as redes no momento decisivo (e ainda errou sua cobrança na decisão por pênaltis). Com isso, a chuteira de ouro acabou ficando com um atleta que nem sequer aparecia entre os cotados ao prêmio. Eduardo Vargas encerrou sua participação no certame com seis tentos, sendo que quatro deles foram anotados no massacre chileno sobre o México, nas quartas (7×0). Pois é: quem perdeu a chance de lucrar com sua aposta em Messi pode culpar a defesa mexicana…

 

Brasil também deixou apostadores na mão

Pior que colocar suas fichas em Messi e ver o chileno Vargas como artilheiro, só mesmo apostar no Brasil contra o Peru e amargar a derrota e a eliminação do time canarinho. Essa foi a grande zebra da competição. Depois de empatar sem gols com o Equador na estreia (outro resultado que estragou os palpites de muita gente), a equipe de Dunga fez sua obrigação e goleou o Haiti na segunda partida. Para avançar à fase eliminatória da Copa América Centenário, bastava o Brasil derrotar o limitado Peru.

Nas casas de apostas, como a Betway e suas concorrentes, a seleção brasileira era ampla favorita, pagando em média R$ 1,39/R$ 1,00 em caso de vitória por qualquer placar. Mas quem ganhou foi o Peru, com gol de Ruidíaz, em lance irregular (ele usou a mão para marcar). Com isso, os apostadores que ousaram e investiram nos peruanos receberam uma bela recompensa: a vitória do azarão pagava em média R$ 8,56/R$ 1,00. Culpa da arbitragem por validar um gol ilegal, mas também de Dunga por fazer um trabalho tão decepcionante.

 

Brasil busca o nono título da Copa América

A chance de apagar a má impressão de 2016 está chegando. O Brasil chega forte para a Copa América de 2019, se apoiando não apenas no talento do grupo como também na energia de sua torcida, que promete lotar os estádios nos jogos da seleção. Em todas as outras edições da Copa América disputadas no Brasil, a equipe da casa sempre levantou o troféu, mostrando que é dificílimo superar a equipe canarinho em seus domínios. Foram quatro conquistas: em 1919, 1922, 1949 e 1989. A Copa América de 2019 marcará o retorno da competição ao país depois de exatos trinta anos.

Nesse período, aliás, o Brasil enfim passou a ganhar terreno no ranking dos campeões do torneio. Até 1989, a seleção tinha só os quatro títulos conquistados em casa. Desde então, foram mais quatro triunfos: 1997 (na Bolívia), 1999 (Paraguai), 2004 (Peru) e 2007 (Venezuela). As duas últimas conquistas tiveram um gostinho especial: ambas ocorreram em finais contra a Argentina. Os vizinhos, porém, seguem bem à frente do Brasil em total de títulos. Apesar do atual jejum dos argentinos, que não vencem desde 1993, o país soma catorze conquistas continentais. À frente da Argentina, só o Uruguai, com quinze, sendo a última em 2011, em pleno Monumental de Núñez, em Buenos Aires.

A Copa América de 2019 será a 46a edição do torneio, iniciado em 1916 – o que faz dessa competição a mais antiga do mundo entre seleções. Nas 45 edições disputadas até hoje, oito equipes sentiram o sabor da conquista. Além dos já citados Brasil, Argentina, Uruguai e Chile, já foram campeões o Paraguai, o Peru, a Colômbia e até a Bolívia. O certame quase já teve um campeão de fora da América do Sul: o México foi vice em 1993 e 2001. Nos mais de cem anos do torneio, mudaram os formatos de disputa, o número de times e a periodicidade da competição, mas uma coisa sempre permaneceu igual: a emoção da Copa América, sempre disputada com o coração na ponta da chuteira.

 

Como apostar na Copa América de 2019

Os adeptos das casas de apostas online estão ansiosos pela chance de fazer seus palpites nos jogos da Copa América no Brasil. Na verdade, você não precisa esperar pelo início da competição, marcado para 14 de junho de 2019, no Estádio do Morumbi. As apostas futuras sobre quem será o vencedor do certame já estão abertas nos melhores sites do ramo. Além do favorito Brasil e de sua arquirrival Argentina, o atual bicampeão Chile aparece bem nas cotações. Em seguida vêm a Colômbia e o Uruguai, outras equipes com chances reais de levantar a taça no torneio em solo brasileiro.

Quem preferir fazer outros tipos de apostas também terá opções de sobra. Será possível fazer palpites em todas as 26 partidas do torneio, sendo que diversas modalidades estarão disponíveis. Moneyline, handicap, placar exato, chance dupla… Não faltam alternativas para lucrar. Os sites de apostas também receberão palpites em relação aos classificados em cada grupo (serão três chaves com quatro equipes cada). E, assim como em 2016, a briga pela artilharia também receberá grande atenção, com Messi novamente entre os candidatos – e, desta vez, com a concorrência de Neymar.

As oportunidades para lucrar são bastante numerosas, mas vale a pena garantir que seu investimento é seguro. Por isso, antes de fazer um palpite nos jogos da Copa América de 2019, a primeira escolha importante do apostador inteligente é a seleção de um site de apostas confiável, com boa reputação entre os adeptos dos jogos online. Confira as dicas do Ganhador para encontrar a casa de apostas mais indicada para você e aproveite todas as informações disponíveis para você fazer um palpite certeiro – das notícias sobre os times da Copa América ao retrospecto histórico, odds e prognósticos.

 

Voltar