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Paixão Nacional: difícil explicar

Dois dias depois, e o erro cometido pelo assistente Pablo Almeida da Costa no jogo entre Corinthians e Flamengo pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro continua sendo notícia. Foi ele que – erroneamente – marcou impedimento de Jô, anulando assim um gol legítimo no começo do primeiro tempo.

O assunto teve tanto destaque quanto o afastamento de Felipe Melo do Palmeiras e o áudio – que veio a público ontem – onde ele chama Cuca de “mau-caráter”, entre outras coisas. Em entrevista por telefone ao programa Bate-Bola da ESPN, Melo admitiu ser sua a voz na gravação e justificou explicando que havia dito aquilo em um momento de raiva e após ter tomado champanhe no aniversário da esposa.

Paralelamente a isso, muito se falou sobre o gol anulado e o impacto que ele teve – mesmo não valendo – sobre o Flamengo (que nitidamente “morreu” em campo no primeiro tempo). Alguns comentaristas dizem que, tivesse sido validado, o gol mudaria os rumos do jogo e, possivelmente, teria criado as condições para o Corinthians marcar mais 2 ou 3 tentos. De todo modo, o “se” não entra em campo e o Flamengo voltou melhor para o segundo tempo e só não ficou com os 3 pontos no bolso porque tropeçou em seus próprios erros.

O erro é do jogo. Deve-se trabalhar para diminuir a quantidade de erros, claro. Reclamar faz parte do ritual, mas não se deve exagerar na dose. Afinal de contas, o pênalti contra o Botafogo, em Itaquera, também não existiu (foi fora da área).

E o torcedor do Corinthians precisa aprender a ver o lado bom das coisas: pelo menos desta vez o juiz não usou o mesmo uniforme de Cássio e nenhum jogador foi expulso por engano.

 

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