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Paixão Nacional: pescaria

Está longe do final a confusão entre Santos, Conmebol e Independiente por conta do enrosco envolvendo a escalação o meia uruguaio Carlos Sánchez no duelo de ida entre as duas equipes pelas oitavas de final da Copa Libertadores.

De forma resumida, apesar de a punição de 2015 imposta a Sánchez não estivesse aparecendo no sistema Comet da Conmebol, a entidade, por conta de um artigo no regulamento, passa ao atleta e ao clube a responsabilidade por manterem-se atualizados sobre eventuais suspensões (entenda melhor aqui, no resumo sobre o caso que comentamos nas Caneladas do Ganhador). Em bom português é o velho “isso é problema seu”.

Depois da lambança feita com a escalação do jogador suspenso, o Santos entrou com recurso na entidade defendendo-se da denúncia do Independiente – que diferente do Peixe, sabia da punição imposta a Sánchez – usando precedentes da própria entidade em casos similares para não ser punido.

O tiro, obviamente, saiu pela culatra e a cartolagem, horas antes do jogo decisivo na última terça-feira, puniu o clube brasileiro – que havia empatado a ida em 0 a 0 – com uma derrota por 3 a 0. O resultado, no Brasil, foi um novo 0 a 0 e a confusão generalizada no Pacaembu.

Pego pelo anzol da Conmebol, o Santos promete lutar em todas as instâncias contra a decisão da entidade e a sua punição. O que, no mundo real, significa dizer que “não vai dar em nada”.

Cuca e seus atletas pagaram caro pelo erro da cartolagem do Peixe. Simples assim. O resto é cortina de fumaça para diminuir o vexame.

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