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Só não vê quem não quer! Entenda por que a Bélgica vai bater a França e vencer o título inédito da Copa do Mundo

Seleção Belga
Fotos: Matthew Ashton - AMA/Getty Images

Nós avisamos! Após despachar a Seleção Brasileira com autoridade, os Diabos Vermelhos vão embalar de vez e buscar esse caneco na Rússia

O clima nas ruas brasileiras era de velório e de uma incômoda ressaca – poucos conseguiam acreditar que o Brasil havia sido eliminado pela Bélgica nas quartas de final. Agora, quem acompanha nossas análises por aqui não ficou extremamente surpreso – adiantamos aqui que a talentosa geração belga tinha totais condições de eliminar a seleção brasileira. Depois de despachar os comandados de Tite, até onde os Diabos Vermelhos podem chegar? Longe, muito longe!

O duelo diante da poderosa França não será nada fácil, mas nada que esse talentoso elenco não possa dar conta. Uma vez na final, os belgas entram como favoritos ao título – independente de enfrentar Inglaterra ou Croácia. Ainda não está levando fé no título inédito da Bélgica? Entenda por que a taça está se tornando uma realidade em Bruxelas!

 

Moral elevada após vencer o Brasil

‘Um time talentoso, mas que não aparece nos grandes jogos’ – esse sempre foi o rótulo da Bélgica nos últimos anos. Após duas eliminações consecutivas nas quartas de final – na Copa de 2014 e na Euro de 2016 – os Diabos Vermelhos precisavam de um duelo de afirmação que transformasse toda a expectativa em relação a geração de ouro em realidade. Foi exatamente o que aconteceu após a vitória contra o Brasil.

Mais do que avançar às semifinais, os belgas mostraram ao mundo que podem sim transformar todo o talento de seus jogadores em um time competitivo que pode aparecer na hora da decisão. Eliminar a camisa mais pesada do futebol mundial, jogando muito bem, foi a peça que faltava para essa equipe em busca de um título inédito. Coitado de quem ficava repetindo a plenos pulmões que ‘a geração playstation não faz mal a ninguém’…

 

Um time mais coletivo sob o comando de Martinez

Ao contrário do que se viu em muitos anos, a Bélgica que entrou em campo contra o Brasil foi um time harmônico que abdicou das individualidades em prol de um trabalho mais coletivo: a defesa e as pontas conectadas com um meio-campo que realmente existia na prática. Mais compacta, a estabilidade permitia ao trio Lukaku, De Bruyne e Hazard fazer a diferença quando tinha a bola.

Muito dessa mudança pode e deve ser colocada na conta de Roberto Martinez. Foi inegável que, pela primeira vez, os jogadores realmente ‘compraram’ a filosofia do técnico e cumpriram o esquema estabelecido à risca. Ao contrário de Tite, Martinez abriu mão do seu esquema inicial e não morreu abraçado ao 3-4-2-1 que preparou para o Mundial.

Contra o Brasil, ele bolou uma variação de 4-3-3 sem a bola – com Meunier fechando a primeira linha, Fellaini fazendo um grande trabalho no meio-campo, Chadli fechando os espaços na esquerda e Lukaku ‘espetado’ na ponta esquerda – travando as investidas de Marcelo. Quando recuperava a bola, o time logo ligava o camisa nove na ponta do campo – que segurava a bola, assim como fazia no Everton, e dava tempo para todas as linhas avançarem.

 

O ataque mais talentoso do mundo

Mesmo sem jogar próximo de 100%, o trio de ataque belga deu muito trabalho à forte defesa brasileira e, quando resolveu agredir, parecia praticamente imparável. Um pouco mais solto no novo esquema, Hazard deu uma aula para Neymar de como tomar as decisões corretas com a posse da bola – é assustador a diferença de maturidade dos dois atletas levando em conta que o belga é apenas um ano mais velho.

De Bruyne apareceu aos holofotes após o gol marcado, mas, na prática, fez muito mais do que isso. Com Lukaku mais posicionado pelo lado direito do ataque, o meia do Manchester City fez um belo trabalho mais perto do gol – em alguns momentos até atuando como um ‘falso 9’. Aliás, tudo viria abaixo de o camisa 9 não cumprisse esse papel tático e surpreendesse a defesa brasileira – demorou demais para Tite entender que o grandalhão não ficaria preso no meio dos zagueiros brasileiros. Se o trio voltar a brilhar na terça-feira, a defesa da França terá sérios problemas.

 

Como apostar na Bélgica?

Se você acredita na força dos Diabos Vermelhos, a hora de investir na Bélgica é agora! Mesmo após a aula de futebol contra o Brasil, as casas de aposta listam os belgas apenas na terceira colocação dos favoritos ao título! Você fatura R$4 a cada real investido caso a Bélgica vença a Copa do Mundo na Rússia – valores incrivelmente altos se tratando de uma equipe já fez o que fez Mundial. Está levando fé na ‘geração de ouro da Bélgica’? Então vai fundo!

 

Quartas de final da Copa do Mundo

Terça-feira, 10 de julho

  • 15:00 – (R$ 2,55) França x Bélgica (R$3,10); empate (R$ 3,25)

Quarta-feira, 11 de julho

  • 15:00 – (R$2,37) Inglaterra x Croácia (R$3,50); empate (R$ 3,10)

 

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