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Paixão Nacional: 20 anos depois

Após 20 anos, a Seleção da França conquista o bicampeonato e leva para casa a Copa do Mundo da Rússia. Com um futebol de pouco brilho – apesar do incontestável talento de Mbappé, Pogba, Griezmann, entre tantos outros – mas de muita eficiência, com Giraud sendo o atacante que não fez gols mas desempenhou o tal “papel tático” que Tite tanto pedia a Gabriel Jesus, os franceses deram show quando foi preciso (os 4 a 3 contra a Argentina) e foram cirúrgicos quando necessário (como nos 2 a 0 contra o Uruguai).

Apesar do empate em 0 a 0 contra a Dinamarca na fase de grupos – resultado que classificou as duas seleções num dos piores jogos da Copa – o conjunto francês foi superior aos concorrentes e, com méritos, levou para casa o bicampeonato.

A Croácia também comemora. O vice-campeonato premia a força do conjunto de uma seleção que não tem grandes talentos individuais – Modric e Raktic são bons, mas estão abaixo de Mbappé, Pogba e Griezmann –, mas que foi valente até o final e deixou pelo caminho times “mais capacitados” como, por exemplo, a Inglaterra que no tira-teima da fase de grupos contra a Bélgica não foi feliz a terminou com o quarto lugar – posição, aliás, muito acima do que se imaginava possível para a jovem seleção inglesa.

Acabou a maior festa do futebol mundial. Uma Copa do Mundo imprevisível e muito divertida. Que 2022, no Catar, seja ainda melhor.

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