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Paixão Nacional: não vai mudar mais um pouco?

O fraco desempenho do Corinthians no segundo turno do Campeonato Brasileiro chegou ao limite. Depois do uso abusivo de romarias, promessas, velas e ebós na esperança de que os demais concorrentes ao título tropeçassem junto com o Timão, a comissão técnica do alvinegro finalmente chegou à conclusão de que mexer no time seria mais produtivo.

Vítima da má-fase de Jadson, Romero, Arana, Maycon e Rodriguinho, o técnico Fábio Carille se voltou para o banco de reservas em busca de solucões para a reta final do Brasileirão. Tendo à disposição Giovanni Augusto, Felipe Bastos, Kazim e Moisés; Carille pediu por alguns momentos de tranquilidade, se afastou do grupo que treinava e chorou atrás de um dos gols do CT do Corinthians.

Refeito do choque de realidade que acabara de sofrer, o técnico optou por lançar Camacho e Clayson nos lugares de Maycon e Jadson e despachar um último ebó pedindo para não ter que usar mais nenhum reserva durante o jogo e para que Jô não seja suspenso pelo STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) na próxima quarta-feira – dia em que será julgado pela agressão ao zagueiro Rodrigo, da Ponte Preta. Se for condenado, Jô pode pegar de 4 a 12 jogos de suspensão.

Imaginando o pior cenário, a comissão técnica já trabalha com Cássio no comando de ataque – como fez na derrota por 2 a 0 contra o Bahia – e Walter no gol. Kazim segue no banco, graças a Deus!

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