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Vôlei masculino: Argentina supera campeã olímpica Rússia e triplica valor investido

A terça-feira (9) do vôlei masculino viu uma das maiores zebras das quadras nos últimos tempos. Jogando com o coração de sempre e com a técnica apurada de nunca, a seleção argentina não tomou conhecimento da Rússia e ganhou por 3 sets a 1, parciais de 25/18, 18/25, 25/18 e 25/21, pela segunda rodada do Grupo B diante da enlouquecida torcida de seu país no Maracanãzinho.

O resultado surpreendente colocou a Argentina na liderança do grupo e fez a alegria dos apostadores. Sua vitória estava cotada em R$ 2,86 de lucro a cada R$ 1 apostado, segundo pesquisou o Oddsshark.com/br. Era o grande investimento do dia, e ele veio com brilho e muito suor dos comandados do badalado técnico Julio Velasco.

Campeã olímpica em Londres-2012, a Rússia, que pintava como favorita no confronto e que segue bem cotada para a medalha de ouro, pagava R$ 1,40 em caso de vitória no Maracanãzinho.

O resultado cravado de 3 sets a 1 pró-Argentina ainda gerava mais: R$ 7 de lucro a cada R$ 1.

As chaves da vitória argentina foram aquelas que já se apresentavam para os que acompanham a temporada do vôlei masculino: a pressão do ataque e a consistência da defesa contra um adversário que em momento algum pôde colocar em quadra aquilo que tem de melhor: a força do saque e dos violentos ataques de saída de rede.

Outro item de grande eficácia argentina foi o saque. A Rússia jamais teve facilidades na recepção, o que ficou explícito principalmente nos dois sets finais desempenhados em alto nível pela seleção azul e branca. Foram cerca de 50 minutos no qual mostrou cenas do melhor voleibol de sua história.

A Argentina segue com cotações promissoras. Enfrenta agora a Polônia nesta quinta-feira (11) ainda pagando bem. Oferece R$ 2,25 contra R$ 1,75 dos poloneses que, mesmo com o valor de favoritismo, estão na segunda posição na chave que segue com Rússia (terceira) e Egito (quarta colocada) entre os classificados.

Líder, mas ainda zebra

O curioso é que a Argentina, de começo tão promissor, nem é considerada favorita ao ouro. Paga R$ 19 para cada R$ 1 apostado, indica o Oddsshark.com/br.

É apenas a sexta cotada – atrás de, pela ordem, Brasil (2,0), Itália (5,5), França (6,5), Rússia (8,0) e Polônia (9,0).

Outro jogo desta terça (9) que mostrou bom cálculo foi a vitória da Itália sobre os Estados Unidos. Rendeu R$ 1,78 – os americanos dobravam o investimento. Terminou 3×1 para a Itália em jogo que surpreendeu pela baixa efetividade americana no contra-ataque, um dos selos históricos de sua seleção.

A Itália desponta também pela criatividade dos levantadores e líberos. Vale ficar de olho sempre nos placares que indicam seus sets vencidos – os italianos têm muita consistência e demonstram que dificilmente vão perder por 3 sets a 0 ou até mesmo 3 sets a 1.

Favorito ontem, hoje e sempre, o Brasil confirmou sua condição e o apoio vindo da torcida e não tomou conhecimento do Canadá, que chegou a assustar ao vencer o primeiro set, mas aí encontrou um rival que faz jus à fama. Terminou 3 sets a 1 para o Brasil, com parciais de 24/26, 25/18, 25/22 e 25/17.

Tão à frente nas cotações, a vitória do Brasil devolveu apenas R$ 1,1 a cada R$ 1 apostado. O Canadá poderia oferecer R$ 5,5 em caso de uma zebra que, evidente, não se confirmou no Rio e dificilmente se confirmaria em qualquer outra sede olímpica.

Potência história nos anos 1990 e 2000, Cuba, quem diria, virou uma gigante zebra. Perdeu nesta terça para o Egito por 3 sets a 0 e em momento algum mostrou um vôlei que a coloque em condição melhor nas próximas rodadas. Cuba oferecia R$ 2,5. O Egito, R$ 1,5 a cada R$ 1 investido.

A batalha polonesa

Encerrando a rodada, a Polônia ganhou apertado do surpreendente Irã no único jogo que precisou do tie-break para ser definido. O Irã esteve perto de vencer e só foi batido por 18/16 no quinto set do confronto que terminou em princípio de pancadaria generalizada entre os dois times.

A vitória do Irã tiraria a Argentina do posto de melhor cotação do dia. Pagaria R$ 3,3. Mas deu Polônia devolvendo um magro R$ 1,2 a cada R$ 1 apostado.

A maior barbada foi a vitória por 3×0 da França, hoje forte no clã das principais seleções europeias. Apenas devolveu o valor apostado. Seu adversário, o México, oferecia irreais R$ 17,3 a cada R$ 1 destinado.

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