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Fórmula 1

Senna, Schumacher ou Hamilton: quem é o maior piloto da história da Fórmula 1 segundo os odds das casas de apostas?

Schumacher, Senna, Hamilton da F1

Antes do adiamento das provas por causa da pandemia do coronavírus, a expectativa para a temporada 2020 da Fórmula 1 era marcada pela possibilidade de uma façanha histórica. Mais uma vez favorito ao título de acordo com os odds dos sites de apostas esportivas como o Bodog, Lewis Hamilton teria a chance ímpar de se igualar a Michael Schumacher como o maior campeão da história da categoria.

 

Quando as corridas forem finalmente retomadas, Hamilton tem mesmo grande chance de alcançar Schumi e abrir caminho para se isolar no ranking histórico no futuro – afinal, o britânico tem 35 anos e ainda deverá disputar mais alguns campeonatos. E isso estimula uma discussão que já vem ganhando força nos últimos anos: quem foi melhor, o inglês ou o alemão? E qual é o lugar de Ayrton Senna nessa conversa?

 

Há diversos critérios para se debater quem é o maior da história. Aqui, porém, vamos examinar a questão sob o ponto de vista das cotações das casas de apostas. Quem contou com os odds mais favoráveis em suas melhores temporadas na Fórmula 1? Qual dos três ícones da categoria mais importante do automobilismo foi a maior barbada em seu tempo? A seguir, fazemos uma comparação entre os valores de cada época para descobrir a resposta.

 

Saque em

1-2

Dias

R$200

Bônus

+4

Saque em 1-2 - Dias

Saque em

1-2

Dias

100%

ATE

$1,000

Saque em 1-2 - Dias

Saque em

1-2

Dias

Transmissão

ao Vivo

Saque em 1-2 - Dias

Saque em

1-2

Dias

R$150

Bônus

+3

Saque em 1-2 - Dias

Saque em

1-2

Dias

100%

ATE

$600

Saque em 1-2 - Dias

Saque em

1-2

Dias

100%

ATE

$1,000

Saque em 1-2 - Dias

 

Maiores favoritos da história da Fórmula 1

 

Comparar pilotos de diferentes períodos não é tão simples. Cada um se destacou em uma fase distinta da Fórmula 1, com diferentes adversários, regras e equipamentos. Mas uma boa forma de avaliar a superioridade de cada campeão é através de suas cotações nas casas de apostas como o Bodog.

 

Nos tempos de Senna e Schumacher, os palpites ainda eram realizados em agências físicas, enquanto Hamilton vive a era de ouro das apostas esportivas, graças à praticidade oferecida pela internet. Os odds, no entanto, continuam sendo um bom parâmetro de comparação, já que o cálculo das cotações permaneceu basicamente o mesmo. Quanto mais favorito o piloto, menor o lucro oferecido por ele.

 

1) Michael Schumacher

Ainda o recordista em títulos, com sete conquistas, o alemão aparece como o número 1 também na comparação entre os odds dos campeões. Basta observar suas cotações nas últimas três temporadas em que ele ficou com o título. Os outrights para uma conquista do alemão eram sempre claramente superiores aos dos rivais mais próximos:

 

2002: Schumacher pagava R$ 1,40 para 1; Juan Pablo Montoya, R$ 3,00
2003: Schumacher pagava R$ 1,80 para 1; Juan Pablo Montoya R$ 2,70
2004: Schumacher pagava R$ 1,80 para 1; Rubens Barrichello R$ 3,00

 

As cotações de Schumi nas corridas também mostravam um claríssimo favoritismo. Esses são os odds do alemão e de seus principais perseguidores nos GPs que decidiram os últimos três campeonatos conquistados por ele:

GP da França de 2002: Schumacher pagava R$ 1,4 para 1; Kimi Raikkonen, R$ 2,20
GP do Japão de 2003: Schumacher pagava R$ 2,1 para 1; Rubens Barrichello, R$ 2,60
GP da Bélgica de 2004: Schumacher pagava R$ 1,6 para 1; Kimi Raikkonen, R$ 2,20

 

2) Lewis Hamilton

O britânico já rendeu muito dinheiro para os fãs das apostas em sites como o Bodog nos últimos anos. Ele tem sido uma escolha segura para quem busca lucros no automobilismo – tanto que foi o campeão em cinco das últimas seis temporadas. Suas margens nos odds, porém, são um pouco menores do que as de Schumacher, até pela presença de um rival de muito talento, o tetracampeão Sebastian Vettel. Confira as cotações de Hamilton, primeiro para a conquista do título e, em seguida, nas corridas que acabaram decidindo esses campeonatos – em uma delas, Vettel era o favorito:

 

2017: título de Lewis Hamilton pagava R$ 1,60 para 1; Sebastian Vettel, R$ 2,10
2018: título de Lewis Hamilton pagava R$ 1,90 para 1; Sebastian Vettel, R$ 2,30
2019: título de Lewis Hamilton pagava R$ 1,50 para 1; Sebastian Vettel, R$ 2,70

GP do México de 2017: Sebastian Vettel pagava R$ 1,70 para 1; Lewis Hamilton, R$ 2,40
GP dos EUA de 2018: Lewis Hamilton pagava R$ 2,00 para 1; Sebastian Vettel, R$ 2,20
GP dos EUA de 2019 Lewis Hamilton pagava R$ 1,90 para 1; Max Verstappen, R$ 2,60

 

3) Ayrton Senna

Os tempos de glória do ídolo brasileiro vieram muito antes da era das apostas online em sites como o Bodog. Só que muita gente lucrou com Senna nas casas de apostas físicas, em especial na Inglaterra – não por coincidência, um país de enorme tradição tanto nos esportes a motor como nas apostas esportivas. Assim como Schumacher e Hamilton, Senna foi um gênio que dominou a categoria, mas o brasileiro tinha uma concorrência mais acirrada, como mostram os odds de seus três títulos. Basta observar que, na primeira conquista de Ayrton, ele nem sequer era favorito ao título:

 

1988: título de Alain Prost pagava 1.80 para 1; Ayrton Senna, 2.30
1990: título de Ayrton Senna pagava 1.70 para 1; Alain Prost, 2.10
1991: título de Ayrton Senna pagava 1.50 para 1; Alain Prost,  2.40

 

Os odds parelhos entre Senna e Prost também eram rotina a cada GP. No primeiro título do brasileiro, ele e o francês estavam quase empatados nas cotações para a prova que decidiu a temporada. No tri de Senna, o grande rival acabou sendo o inglês Nigel Mansell.

GP do Japão de 1988: Ayrton Senna pagava 1.80 para 1; Alain Prost, 1.90
GP do Japão de 1990: Ayrton Senna pagava 1.80 para 1; Alain Prost, 2.00
GP do Japão de 1991: Nigel Mansell pagava 2.00 para 1; Ayrton Senna, 2.50

 

Pois é: Senna não era tão favorito quanto Schumacher ou Hamilton, mas dá para dizer que a concorrência pesadíssima que o brasileiro teve de encarar certamente pesou bastante nas cotações. Pelo critério estritamente numérico, ele fica mesmo atrás do alemão e do inglês. Não que isso vá convencer os fãs do mito brasileiro, mas essa é, de fato, uma ótima (e longa) conversa, ainda mais em tempos de quarentena…

 

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