Ganhador.com

Entretenimento

O que dizem os odds sobre as chances de Jair Bolsonaro terminar seu mandato como Presidente?

Bolsonaro terminará seu mandato como Presidente da República?

Após um ano de governo, como andam os odds para a possibilidade de Jair Bolsonaro não completar seu mandato como Presidente da República?

Foto: Miguel Ângelo/CNI/Reprodução

O governo Jair Bolsonaro caminha para completar seu primeiro ano entre polêmicas, decisões erráticas e crises entre aliados e opositores. Pesquisas recentes mostram que a popularidade do Presidente da República segue estável, na casa de 30% – mas seu índice de aprovação nos primeiros 12 meses de governo na comparação com FHC, Lula e Dilma é o pior. Dos presidentes da redemocratização, o primeiro ano do B17 só é melhor que os de Collor e Itamar Franco. Arrumando crises (ou fazendo fumaça) gratuitamente – como o recente caso do “pirralha” a Greta Thunberg –, Bolsonaro segue comandando o país a uma direção incerta e imprevisível. Os pequenos sinais de recuperação econômica divulgados recentemente ajudam a apaziguar as pressões externas que, no Brasil, são pródigas em derrubar governos. É a música que todos conhecem: mercado calmo, governo estável.

Mas diante da falta de habilidade do Planalto em falar com o Congresso e a desarticulação de uma base que não consegue dar sustenção aos projetos do bolsonarismo, a pergunta lançada já na primeira semana de janeiro segue a mesma: Jair Bolsonaro conseguirá terminar seu primeiro mandato como Presidente da República? Siga conosco e confira os odds do Bodog para esta questão.

Saque em

1-2

Dias

R$200

Bônus

+4

Saque em 1-2 - Dias

Saque em

1-2

Dias

100%

ATE

$1,000

Saque em 1-2 - Dias

Saque em

1-2

Dias

Transmissão

ao Vivo

Saque em 1-2 - Dias

Saque em

1-2

Dias

R$150

Bônus

+3

Saque em 1-2 - Dias

Saque em

1-2

Dias

100%

ATE

$600

Saque em 1-2 - Dias

Saque em

1-2

Dias

100%

ATE

$1,000

Saque em 1-2 - Dias

Um ano de crises

Primeiro militar eleito Presidente da República desde a redemocratização do Brasil, Jair Bolsonaro teve um ano puxado à frente do país. Os indicadores econômicos eram péssimos (e seguem ruins, apesar da ligeira melhora). A falta de experiência do ministro Paulo Guedes com as sutilezas de Brasília não ajudou a agenda econômica. As queimadas na Amazônia e o vazamento de óleo no litoral brasileiro que expuseram a falta de planos de contingência dentro do Ministério do Meio-Ambiente, “queimaram o filme” do novo governo internacionalmente. A agenda evangélica em um estado laico agradou a bancada no Congresso, mas gerou críticas pesadas por parte daqueles que entendem que religião e Estado não se misturam.

Teve também a não concretizada mudança da embaixada brasileira em Israel de Tel-Aviv para Jerusalém (o que poderia criar problemas com o mundo árabe, grande parceiro do agronegócio brasileiro) e a não-indicação de Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, para o cargo de embaixador brasileiro nos Estados Unidos.

Foram tantas crises em tão pouco tempo, que o governo pegou rapidamente a fama de ser o seu maior inimigo. Com tantas decisões questionáveis, recuos e idas e vindas a pergunta lançada ao ar logo após a definição do segundo turno segue forte: Jair Bolsonaro terminará seu mandato como Presidente da República?

 

30% de aprovação após um ano

A mais recente pesquisa do Datafolha, realizada entre os dias 5 e 6 de dezembro, com 2948 pessoas em 176 cidades determinou que quase um terço da população (30%) aprova o governo. O problema é que 36% desaprovam.

Embora apresente estabilidade nos números, com aprovação de 32% nos primeiros três meses, 33% com seis meses e agora 30% em um ano, Bolsonaro tem o pior desempenho entre os presidentes após o retorno das eleições diretas ficando à frente apenas de  Fernando Collor de Melo, com 23% e Itamar Franco (12%). FHC (41%), Lula (42%) e Dilma (59%) engoliram o capitão nos primeiros 12 meses de governo.

Com Lula fora da prisão – mas ainda ficha-suja e, portanto, inelegível –, é bom manter os olhos atentos para as oscilações futuras nestes números. O ex-Presidente da República e figura máxima do PT, embora não possa se candidatar, está em ritmo de campanha, aparecendo na mídia, conversando com (possíveis) aliados e pavimentando a manutenção da polarização de 2018 em 2022.

 

O que dizem os odds sobre o governo Bolsonaro?

Se depender do que dizem os odds do Bodog, Jair Bolsonaro pode entrar em seu segundo ano com alguma tranquilidade em relação às expectativas de terminar seu mandato como Presidente da República. Levando em consideração que apenas a renúncia ou o afastamento do cargo são válidos para a aposta, a manutenção do capitão à frente do governo paga 1,30 por um. Se não terminar o mandato por qualquer um dos motivos mencionados antes, o retorno será de 3,15 para cada real investido. E, como já dissemos em comentários sobre futebol, qualquer retorno acima de 2 por 1 pode ser considerado uma zebra.

Mas, não custa nada dar uma nova conferida nos odds após os primeiros 18 meses de governo.

Comentários

Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Voltar