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Paixão Nacional: o trabalho segue normalmente

Não durou nem uma semana o “prestígio” de Jair Ventura junto à cartolagem do Corinthians que havia dito ser dele o nome para comandar a equipe em 2019. Com tudo acertado entre a diretoria do Timão e Fábio Carille para o retorno do técnico campeão brasileiro em 2017 para o clube – falta apenas a rescisão com o Al-Wehda – Ventura já sabe que terminará 2018 desempregado mas, mesmo assim, tem a ainda a missão de tentar classificar o Alvinegro para a Sul-Americana de 2019 na última rodada do Campeonato Brasileiro contra o Grêmio – que também precisa vencer para se garantir no G-4.

Chega a ser revoltante o modo como o Corinthians expôs Ventura a uma situação no mínimo ridícula. Contratado no meio da temporada para tentar salvar o ano de um time sucateado, sem dinheiro e com elenco limitadíssimo, o “professor” paga agora pelos erros da amadora direção corintiana – que repete o script de seus antecessores que fizeram coisa parecida com Cristovão Borges e Oswaldo de Oliveira em 2016.

Assim como Dorival Júnior, que levou o Flamengo ao vice-campeonato brasileiro enquanto assiste as chapas que concorrem à presidência do Rubro-Negro deixarem claro que, mesmo com o trabalho de recuperação feito pelo treinador após sua chegada à Gávea, o nome para 2019 é o de Renato Gaúcho.

Tão ruim quanto as atitudes dos dirigentes é a dos treinadores, que submetem-se a este papel submisso em nome, muitas vezes, de boas multas contratuais ao invés de exigirem respeito e largarem os clubes e seus torcedores travestidos de diretores quando o amadorismo e a falta de respeito tomam conta.

Depois há quem se pergunte por que o futebol brasileiro está tão distante daquilo que se vê na Europa.

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