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Cris Cyborg tem próxima disputa de cinturão no UFC anunciada para evento em março

Foto: Divulgação/UFC

O UFC anunciou na última semana a próxima defesa de cinturão de Cris Cyborg no octógono mais famoso do mundo. E ao contrário do que parecia após inúmeras declarações das lutadoras e do UFC, o próximo combate de Cris não será contra Amanda Nunes. A brasileira encara a russa Yana Kunitskaya no dia 3 de março, em Las Vegas, na luta principal do UFC 222.

Por algum motivo a organização optou por fazer a vontade inicial de Cyborg. Embora a brasileira tenha concordado encarar Amanda Nunes em superluta no octógono – desde que ela acontecesse em um grande evento -, a intenção de Cris sempre foi encarar uma rival que pudesse contribuir de alguma forma para a formação da categoria peso-pena feminino, que atualmente não conta com atletas fixas.

O Ultimate deveria criar um The Ultimate Fighter com lutadoras peso-pena. Embora seja uma campeã indiscutível, Cris não tem um grupo de desafiantes. É sempre uma dificuldade encontrar uma rival para ela. Prova é que mais uma vez o UFC precisou contratar uma campeã do Invicta FC, que nem da categoria dela é – Xxxx é atleta peso-galo – para poder enfrentar Cyborg. É já passou da hora de Cris Cyborg ser uma campeã mais padronizada. Ela é a única campeã que não tem uma lista de futuros rivais como base. Ninguém sabe de onde vêm seus desafios.

Aos 28 anos, Yana Kunitskaya é campeã peso-galo do Invicta FC. A lutadora russa soma um cartel de dez vitórias e três derrotas em sua carreira no MMA. Em sua última apresentação pelo Invicta, ela venceu Raquel Pa’aluhi na decisão dos juízes para conquistar o título peso-galo.

A superluta com Amanda Nunes, embora seja um desafio Brasil x Brasil e isso pode causar danos ao futuro do MMA no país a longo prazo, pode também ser um marco especial na história do MMA feminino e chamar a atenção do público para admirar de forma justa o brilho de nossas campeãs.

Por enquanto, seguimos diante de Cris Cyborg em sua missão indigesta de seguir lutando quase que sozinha pelo desenvolvimento da categoria peso-pena para abrir portas a novas atletas em busca de oportunidades. Nada que uma campeã como Cyborg não consiga passar por cima.

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