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Copa do Brasil: Cruzeiro engole o Corinthians e fica a um empate do título

Cruzeiro larga na frente

Cruzeiro larga na frente e pode levantar o seu sexto título da Copa do Brasil no Itaquerão semana que vem.

Foto: Vinnicius Silva/Cruzeiro/Reprodução

Confirmando as indicações dos nossos parceiros do Bet365 que davam odds na casa de 1,57 para a vitória e de 1,11 na hipótese dupla de empate ou vitória do Cruzeiro ontem no Mineirão pelo jogo de ida da final da Copa do Brasil, a Raposa engoliu o Corinthians que em 90 minutos não fez uma única finalização ao gol de Fábio – confirmando também os odds de 1,40 que indicavam que apenas um time marcaria gols contra 2,75 para a possibilidade de ambas as equipes marcarem. No placar total, confirmou-se também a indicação de que este seria um jogo com menos de 2,5 gols (odds de 1,40 contra 2,87 para uma partida com mais do que 2,5 gols). Inofensivo na frente com Jadson, Romero, Clayson e Mateus Vital, o Timão não ameaçou a defesa dos donos da casa que agora precisam de apenas um empate para levarem para Minas Gerais o sexto título cruzeirense da Copa do Brasil. Vitória por 1 gol de diferença à favor do Corinthians levará a decisão para os pênaltis – neste ano o gol fora de casa não tem peso maior na competição.

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Cruzeiro: senhor absoluto da partida

Dono do mesmo DNA que é a chave do sucesso corintiano nas últimas temporadas, o Cruzeiro, comandado por Mano Menezes há duas temporadas, é um time “frio” e que joga sempre pelo resultado. Com uma defesa sólida, alicerçada pelos zagueiros Dedé e Leo e contando com o bom goleiro Fábio na retaguarda, a Raposa não costuma dar muitas chances aos seus oponentes quando joga em casa. Foi o que se viu ontem no Mineirão. Em nenhum momento os mineiros foram ameaçados pelo Corinthians que resistiu às investidas cruzeirenses enquanto pôde – e enquanto Cássio foi capaz de operar milagres embaixo das traves.

Com Ariel Cabral em campo no lugar de Lucas Silva – mudança que, segundo Mano Menezes, melhora o passe final do time no campo de ataque – o Cruzeiro teve mais qualidade desde o início do jogo, pressionando um Corinthians que, como era de se esperar, fechou-se em sua defesa esperando por uma oportunidade para contra-atacar.

Acuado, o Timão resistiu até que Egídio acertou cruzamento para que Thiago Neves, de cabeça, fizesse justiça ao que se via no Mineirão no final do primeiro tempo – placar que poderia ter sido mais elástico caso o Cruzeiro tivesse insistido em sua estratégia ofensiva também no segundo tempo.

Conquistou uma boa vantagem, mas a sensação que fica é de que faltou ambição para liquidar o adversário.

 

Corinthians: ficou barato

Com um time limitado, que perdeu peças importantes em 2018 e passou pelo comando de três técnicos diferentes, chegar à final da Copa do Brasil foi um feito impressionante para o Corinthians. Sabendo das limitações de sua equipe, Jair Ventura apostou na mesma estratégia que deu certo no Maracanã no primeiro jogo da semifinal da Copa do Brasil: compactou o time o máximo que pôde na esperança de levar para São Paulo um empate que deixaria a grande decisão totalmente aberta.

Não deu certo.

As saídas de Pablo, Balbuena, Arana, Sidcley e Maycon fizeram pó do sistema defensivo corintiano – grande arma da equipe em 2017. Henrique, Pedro Henrique, Léo Santos, Danilo Avelar e Douglas/Gabriel/Ralf não conseguiram manter o mesmo nível defensivo de outrora. Antes do gol decisivo de ontem, Cássio havia sido exigido de modo fatal em outras três oportunidades – e salvou o Timão em mais duas no segundo tempo. Quando não conseguiu corrigir (mais uma) falha da zaga, sofreu o gol.

Se atrás o Corinthians leva sustos, na frente não assusta ninguém. Contando com centroavantes de qualidade duvidosa – Jonathas e Roger –, dependendo de um Jadson que não consegue carregar o time nas costas, tendo um Mateus Vital que joga torto e fora de posição e insistindo nos equívocos Clayson e Romero o ataque alvinegro não representa perigo. Prova disso foi que o goleiro do Cruzeiro, Fábio, não fez uma única defesa em toda a partida. Inexplicavelmente, Pedrinho segue no banco de reservas e Sheik – jogador-símbolo deste Corinthians – se mantém como uma opção “capaz” de “mudar” o jogo no segundo tempo.

Com todos estes problemas, o Cruzeiro deixou escapar uma chance única para decidir o título ontem mesmo. A vitória dá uma vantagem aos mineiros, claro, mas muito pequena diante do que poderia ter sido. Para o Timão, ficou barato; muito barato.

 

A grande final

Na próxima quarta-feira, dia 17,  Corinthians e Cruzeiro se encontrarão novamente – desta vez no Itaquerão –, para os derradeiros 90 minutos da grande final da Copa do Brasil. Embora tenha a vantagem do empate, o Cruzeiro irá para o jogo sabendo que o Corinthians segue vivo, precisando apensado uma vitória simples para levar a decisão para os pênaltis – situação onde, na teoria, a Raposa tem uma ligeira vantagem com Fábio no gol, mas que, na prática, deixa tudo muito igual para os dois lados.

 

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