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Copa Sul-Americana

A rivalidade de Atlético-PR e Fluminense na semifinal da Copa Sul-Americana

Rivalidade em campo

Com uma rivalidade que cresceu à partir de 1996, Atlético-PR e Fluminense começam a definir hoje quem será um dos finalistas da Copa Sul-Americana 2018.

Foto: LUCAS MERÇON / FLUMINENSE F.C.

Atlético-PR e Fluminense começam a decidir hoje, na Arena da Baixada quem será o representante brasileiro na grande final da Copa Sul-Americana 2018, à partir das 21:45, com transmissão do SporTV. Donos das melhores campanhas do torneio com seis vitórias cada um, os brasileiros chegaram até a semifinal após deixarem pelo caminho Newell’s Old Boys, Peñarol, Caracas e Bahia (Atlético-PR) e Nacional Potosí, Defensor, Deportivo Cuenca e Nacional-URU (Fluminense). Segundo os odds e prognósticos do Bumbetapresentados aqui por nosso companheiro, Leandro Gaignoux – o Furacão entra no jogo como favorito para conquistar uma vitória levando em consideração a força que vem mostrando em casa nesta temporada. Desempenho que faz da equipe, uma aposta certeira – ou pelo menos mais segura – para hoje.

E como sempre digo, histórico pesa nestes momentos e o histórico de Atlético-PR x Fluminense é longo e bastante conturbado – principalmente à partir de 1996, ano do primeiro rebaixamento do Tricolor sob o comando do hoje badalado Renato Gaúcho. Confira a seguir um resumo com os principais pontos da rivalidade entre paranaenses e cariocas antes do duelo de ida da semifinal da Copa Sul-Americana 2018.

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1996 – Campeonato Brasileiro

A rivalidade entre os dois clubes chegou à estratosfera no ano de 1996. Em duelo realizado nas Laranjeiras pelo Campeonato Brasileiro daquele ano, o goleiro Ricardo Pinto foi o “grande destaque”. O atleta, que havia se transferido do Fluminense (clube que o revelou) para o Atlético-PR após ter falhado na final do Campeonato Carioca de 1993 contra o Vasco, passou a ser hostilizado pela torcida, que começou a atirar objetos em sua direção quando o Rubro-Negro vencia por 3 a 2. Após cerca de 10 minutos de paralisação, a partida foi retomada e em uma cobrança de escanteio, Léo, goleiro tricolor, tentou supreender na área e agrediu Pinto – vale lembrar que esta foi a campanha que culminou no primeiro rebaixamento do Fluminense, daí o desespero do goleiro em ir até a área rival tentar a finalização.

Ao final do jogo, Ricardo Pinto provocou a torcida do Flu e deu no que deu: invasão de campo e pancadaria – a ponto de o goleiro ser retirado de campo carregado.

Na última rodada do Brasileiro daquele ano, o Tricolor precisava derrotar o Vitória e torcer contra Criciúma e Bahia para evitar o rebaixamento. O time de Renato Gaúcho fez sua parte, mas a derrota, de virada, do Atlético-PR para o Criciúma na Arena da Baixada decretou o rebaixamento do Fluminense e só fez aumentar a rivalidade entre cariocas e paranaenses.

 

2001 – Campeonato Brasileiro

Foi apenas em 2001 que o Fluminense pôs um ponto final ao incômodo tabu de nunca ter vencido o Atlético-PR na história do confronto. Roni e Sidney foram os autores dos gols da vitória por 2 a 1 que acabou com a “zica”.

Mas isso não serviu para muita coisa.

Na semifinal, disputada em jogo único, Furacão e Tricolor voltaram a se enfrentar e com direito a show de Alex Mineiro autor de 3 gols na Arena da Baixada, o Atlético-PR eliminou o Fluminense e partiu rumo ao título de Campeão Brasileiro daquele ano.

 

2007 – Copa do Brasil

O Fluminense deu o troco em 2007 quando eliminou o Atlético-PR nas quartas de final da Copa do Brasil com um empate em 1 a 1 no Rio de Janeiro e uma vitória magra por 1 a 0 em Curitiba (gol de Adriano Magrão).

 

2008 – Campeonato Brasileiro

2008 foi o ano da polêmica declaração de Renato Gaúcho de que o Fluminense, focado na Libertadores, iria “brincar” no Campeonato Brasileiro. Mas quis o destino que o Tricolor perdesse o título, em casa, contra a LDU – o que deu munição para os críticos que passaram a bombardear o técnico por todos ao lados. Um dos mais contundentes foi o colunista Juliano Ribas que, antes de novo confronto entre Furação e Tricolor, escreveu o seguinte no site oficial do Atlético-PR:

“Apesar de ter um bom elenco, o time carioca é um time de fanfarrões, a começar pelo técnico, que cantou vitória na Libertadores para depois apenas ‘brincar’ no Campeonato Brasileiro. Profissionais remunerados para brincar se chamam palhaços, Renato. É um incentivo a mais ao elenco atleticano enfrentar um time que alardeou que o Campeonato Brasileiro é só para brincar. Com o Atlético não se brinca e esta deve ser a motivação extra de todos os times que enfrentarem o time das Laranjeiras neste certame”.

Em campo, porém, o que se viu foi um baile do Fluminense, que venceu o duelo por 3 a 0 – gols de Conca, Júnior César e Thiago Silva. Resultado, aliás, que não impediu a torcida atleticana de responder à festa carioca com gritos de “palhaço, palhaço, time de palhaço”.

 

2016 – Primeira Liga

Na final da Primeira Liga de 2016, em jogo único em Juiz de Fora, Marcos Júnior marcou para o Fluminense e garantiu o título do torneio sobre o rival paranaense.

Hoje, à partir das 21:45, o Atlético-PR terá nova chance de eliminar o Fluminense em uma competição de mata-mata. Ou não.

 

JOGOS DE IDA DAS SEMIFINAIS DA COPA SUL-AMERICANA 2018

QUARTA-FEIRA, 7 DE NOVEMBRO
  • 21:45 – Atlético Paranaense (R$ 1,77) x (R$ 5,00) Fluminense. Empate: R$ 3,40
QUINTA-FEIRA, 8 DE NOVEMBRO
  • 19:30 – Independiente Santa Fe (R$ 2,10) x (R$ 4,20) Junior Barranquilla. Empate: R$ 2,95

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