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Por que Nate Diaz é o nome mais atraente para o retorno de Conor McGregor ao UFC

Foto: Divulgação/UFC

Um rumor tomou as manchetes do mundo das lutas. Segundo um tabloide da Irlanda, uma trilogia entre Conor McGregor e Nate Diaz estaria sendo negociada para o UFC 219, dia 30 de dezembro, em Las Vegas (EUA).  O presidente do UFC Dana White negou, o treinador de Conor também. Mas John Kavanagh sinalizou outra data de sua preferência: 17 de março, dia de São Patrício, padroeiro da Irlanda, em show a ser realizado em Nova York. Nada oficial, mas um sinal claro de que… Sim, embora mais uma vez pareça errado, injusto, e sem sentido, a trilogia entre McGregor e Diaz e a luta que mais funciona para o futuro do irlandês no esporte.

Eis os motivos:

Menos risco

Riscos, Conor adora correr riscos, mas também sabe calculá-los. Depois de uma derrota no boxe, por mais que tenha sido um caso isolado e uma aventura da qual ele saiu de forma louvável diante de seu desempenho diante do ícone Floyd Mayweather Jr, ainda assim é uma derrota. E um astro do nível de Conor é impulsionado por vitórias e/ou feitos históricos no esporte. Um duelo contra Nate aumenta suas chances de recuperar imediatamente a áurea vencedora que o cerca.

Dinheiro

Claro, sempre o dinheiro. Não há outra luta no UFC que possa oferecer tanto retorno a McGregor do que um reencontro com Nate Diaz. A rivalidade gerada por ambos atingiu um nível elevadíssimo e caso os dois pisem no octógono juntos pela terceira vez poderão saciar o natural anseio de Conor por bolsas milionárias. É uma conta simples. O que McGregor faturou no boxe é talvez mais do que ele acumulou durante sua carreira no UFC. Em apenas uma luta. Ele não tão cedo vai receber cheques desse calibre no MMA, mas não significa que ele não vai buscá-los. Uma casamento com o maior potencial de vendas de pay-per-view da organização é muito mais atrativo para sua conta bancária do que enfrentar um top da categoria dos leves como Tony Ferguson ou Kevin Lee.

Desempate

Por mais que tenha vencido a revanche nas mesmas condições da primeira luta, no fundo, McGregor deve ter uma vontade de desempatar essa conta e fazer 2 a 1. Caso contrário será eternamente questionado a respeito do confronto com o polêmico americano. A rivalidade gerada entre ambos é uma das mais espetaculares e interessantes da história do UFC. São dois personagens únicos e donos de uma legião de fãs fiéis.

Poucas opções rentáveis

Como já dito, Tony Ferguson E Kevin Lee são os nomes mais justos para enfrentar Conor McGregor. O irlandês é o campeão dos leves e deve defender o título do UFC, que foi conquistado em novembro passado. A disputa do título interino dos leves acontece no próximo dia 7 de outubro, em Las Vegas (EUA), pelo UFC 216. Seja quem for o vencedor, precisará “falar alto” para convencer o irlandês a enfrentá-lo. Conor não vai aceitar qualquer luta que possa ameaçar seu reinado sem receber o retorno devido. E uma forma fácil do UFC gerar esse dinheiro é através da venda de pay-per-view. Quem venderia mais PPV junto a Conor? Nate Diaz. Ferguson e Lee ainda são nomes inexpressivos. A organização adotar uma postura justa e ligada à esportividade á essa altura, depois de tanto permitir a força do entretenimento, me surpreenderia.

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