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Paixão Nacional: acabou o problema

Classificada para a Copa do Mundo da Rússia em 2018, a Seleção Brasileira vai até a Bolívia cumprir tabela, fazer testes e passar mal com o ar rarefeito de La Paz. É sempre assim contra times bolivianos: mandam seus jogos o mais alto possível para que os adversários tenham uma dificuldade à mais em campo. Como não tem mais chances de se classificar para a Copa, apenas o bom e velho “the zuêra never ends” explica a opção boliviana pelo estádio infernal – deve mesmo ser engraçado ver o time adversário ficando enjoado em campo com a falta de ar e segurando o vômito.

Como a Fifa continua acreditando que a altitude não é um problema, a Seleção Boliviana segue mandando seus jogos nos 3640 metros de La Paz – também conhecida como “simulador de asma boliviano”. E não há remédio para combater os efeitos do ar rarefeito – que, inexplicavelmente, não afetam o narrador esportivo Galvão Bueno, mutante brasileiro que consegue ficar mais de 90 minutos falando ininterruptamente sempre que o Brasil joga lá.

A medicina diz que 3 semanas bastam para a pessoa deixar de sentir os efeitos da altitude. Como ninguém tem 3 semanas pra perder em La Paz, o pessoal resolve a parada chegando algumas horas antes do jogo e cruzando os dedos para ninguém vomitar já na saída do avião.

Para o jogo de logo mais, Tite chegará no “topo do mundo” com seus meninos umas 8 horas antes da partida. A excursão contará também com tubos de oxigênio individuais que ficarão à beira do gramado para que o elenco canarinho reponha suas energias durante o jogo.

E seguimos todos, achando que não há nada de errado em mandar jogos profissionais em um estádio onde é preciso providenciar cilindros de oxigênio para todos os atletas.

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