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Vôlei de praia: Brasil é favorito masculino e feminino nas apostas das semifinais

Berço do vôlei de praia do Brasil, Copacabana já está vivendo uma terça-feira (16) histórica. Hoje serão conhecidos os homens e mulheres finalistas da Olimpíada na modalidade.

No clima esportivo que só o Rio de Janeiro consegue proporcionar, o dia de competições será aberto às 16 horas com um jogo que tem tudo para ser um dos melhores das últimas edições olímpicas.

Será entre a dupla brasileira formada por Larissa e Talita contra as alemãs Ludwig e Walkenhorst.

As brasileiras são as favoritas nas apostas, e por razões fáceis de entender. Jogam em casa e terão o apoio da barulhenta torcida que certamente vai lotar a arena montada em uma das praias mais charmosas do mundo.

A cotação de Larissa e Talita é de R$ 1,40 de lucro a cada R$ 1 apostado, segundo os dados do Oddsshark.com/br. As adversárias alemãs pagam melhor. O triunfo de Ludwig/Walkenhorst rende R$ 2,60 a cada R$ 1 investido.

Vale a pena acompanhar o jogo pelo duelo de estilos que promete ser marcante. As brasileiras têm mais habilidade e controle de quadra. As alemãs vão apostar tudo na força dos seus ataques do começo ao fim.

As cotações da primeira semifinal são exatamente as mesmas da segunda partida.

O R$ 1,40 de lucro no jogo da tarde se repete no duelo que começa à 0h desta quarta (17). A cotação de favoritismo vai para a equipe americana formada por Ross e Walsh.

Ágatha e Bárbara, suas rivais em Copacabana, oferecem R$ 2,60 a cada R$ 1 investido.

A discrepância é reflexo do que cada uma põe em quadra. As americanas vêm de seguidas vitórias e estão no auge físico e técnico. São consideradas de longe as mais completas do momento.

Embora sua fama entre os especialistas seja a melhor possível, as americanas não figuram como as favoritas à medalha de ouro.

As brasileiras Larissa e Talita, que enfrentam as alemãs à tarde, são as que têm as melhores cotações em caso de título. Oferecem R$ 2,70 e quase triplicam o valor da aposta. Walsh e Rose pagam R$ 3,00 cravados, segundo o Oddsshark.com/br.

Na lista de candidatas ao ouro vêm depois, pela ordem, Ágatha/Bárbara, com R$ 4, e Ludwig/Walkenhorst, R$ 5,50 em caso de improvável conquista.
Um entre quatro

Se o Brasil avança com duas duplas entre as quatro melhores do vôlei de praia feminino, com os homens a situação é diferente. O país está representado por apenas uma dupla, a formada por Alison e Bruno.

Embora sejam os únicos e encontrem na chave a concorrência de três rivais vindos da Europa, os brasileiros são os favoritos tanto no jogo de hoje quanto na briga pela medalha de ouro.

A partida das 17 horas será contra os holandeses Brouwer e Meeuwsen. Alison e Bruno pagam R$ 1,50 na semifinal, contra R$ 2,50 dos adversários.

O histórico mostra que dificilmente a dupla brasileira vai deixar escapar a oportunidade de chegar à final. Dos sete jogos entre as duas duplas, cinco foram vencidos pelos brasileiros, todos por 2 sets a 0. Outra estatística que chama a atenção é também a que deixa o histórico ainda mais recente.

Alison e Bruno saíram com a vitória em três dos últimos quatro duelos contra os holandeses. Brouwer e Meeuwsen têm a seu favor a alta estatura e a versatilidade para contra-atacar e surpreender, especialmente nas fases finais de cada set.

A segunda semifinal será bem mais tarde, às 23 horas da agradável noite carioca. Será entre os italianos Nicolau e Lupo contra os russos Semenov e Krasilnikov. Os italianos são tão favoritos neste confronto da noite quanto os brasileiros no jogo da tarde. Pagam R$ 1,60, contra R$ 2,60 do triunfo dos russos que não têm tanta tradição no vôlei de praia, mas vêm obtendo resultados surpreendentes desde o início deste ciclo olímpico, em 2013, logo na sequência dos Jogos realizados em Londres.

A condição de força emergente dos russos é vista também na cotação dos favoritos à medalha de ouro. São apenas os últimos na relação. Pagam R$ 6 em caso de um eventual triunfo.

Os três primeiros na cotação são os brasileiros Alison/Bruno (1,80) e os holandeses Brouwer/Meeuwsen (5,00), que vêm empatados com os italianos Lupo/Nicolai.

Os números em caso de título mostram também a importância da vitória na semifinal desta terça: superando os holandeses, os brasileiros enfrentariam na decisão uma dupla que não se configura especificamente como uma ameaça nas cotações prévias para o ouro.

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