Carioca

Taça Guanabara: Vasco vence o Fluminense e fatura o título do primeiro turno do Cariocão 2019

Festa, apesar de tudo

Atletas do Vasco comemoram a conquista da Taça Guanabara após vitória por 1 a 0 sobre o Fluminense.

Foto: Reprodução/Twitter

Embora o futebol mostrado não tenha sido dos melhores – o Fluminense teve o controle do jogo, principalmente no primeiro tempo quando registrou 64% de posse de bola –, o Vasco do técnico Alberto Valentim (atual campeão carioca, mas à frente do Botafogo em 2018) confirmou o ligeiro favoritismo indicado pelo Bet365 e comentado neste Ganhador e levou para casa o título de Campeão da Taça Guanabara, o primeiro turno do Campeonato Carioca. O jogo foi decidido na bola parada por Danilo Barcelos no segundo tempo, após o Tricolor esgotar a paciência dos deuses do futebol com a quantidade absurda de gols perdidos. Mas, para tristeza dos fãs do “Mais Charmoso”, o futebol acabou em segundo plano por conta das confusões nos bastidores que envolveram o setor sul do Maracanã.

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Deu a lógica (por pouco)

A diferença nos odds indicados pelo Bet365 – que dava 2,50 para a vitória do Vasco contra 2,62 em caso de triunfo do Fluminense – servia como prévia para um jogo equilibrado (tanto que indicamos como melhor opção, investir no empate e posterior decisão do título nos pênaltis, hipótese que rendia interessantes 3,20 para cada real investido). Não foi bem isso o que se viu no Maracanã. Ou melhor, não se viu: por conta da confusão criada nos bastidores entre os clubes e a administração do estádio, o público só teve o acesso liberado quando já se passavam 30 minutos do primeiro tempo, após, é claro, confronto com a polícia, gente presa, spray de pimenta e todo o pacote que faz parte da bagunça que envolve a parte (des)administrativa do futebol brazuca com algum destaque (negativo) para o Rio de Janeiro.

Indo para o jogo, o Fluminense manteve suas características de controle da bola (a posse ficou em 64% no primeiro tempo) e criou as melhores chances. O Vasco tentava se organizar e explorar os contra-ataques que, na maior parte do tempo, foram inócuos. Na chance mais clara do Tricolor, Fernando Miguel, corajosamente, defendeu com o rosto finalização de Yoni González.

O Vasco tentou melhorar a criação e voltou com Rossi no lugar de Bruno César… e nada mudou. O Fluminense seguia mais perigoso e Everaldo e Luciano perderam duas oportunidades claríssimas de gol. Como o futebol é genioso e punitivo, o castigo veio na bola parada (porque com a bola rolando seria muito, mas muito difícil). No segundo chute que foi na direção do goleiro Rodolfo – cobrança de falta de Danilo Barcelos – saiu o gol do Cruzmaltino aos 35 da etapa final.

O que se viu depois disso foi uma decepção sem tamanho: Fechado na defesa, o Vasco se preocupava em garantir o resultado que lhe dava o título. Nervoso, o Fluminense martelava seu ataque contra a zaga do adversário nas sem nenhuma eficácia.

No apito final, 1 a 0 para o Vasco, campeão da Taça Guanabara.

 

Teve VAR? Teve, sim senhor

E pela primeira vez na história do Campeonato Carioca, tivemos o uso do VAR – o famoso árbitro de vídeo. O clima esquentou quando, aos 48 minutos do segundo tempo, Andrey fez falta em Calazans. Nervoso, Luciano deu um empurrão no volante vascaíno. O árbitro Bruno Arleu de Araújo foi avisado de uma eventual irregularidade na bagunça toda, dirigiu-se à cabine ao lado do gramado, conferiu as imagens e voltou com o cartão vermelho para Luciano e um amarelo para Andrey. E mandou seguir o jogo.

 

O torcedor paga a conta

O jogo teve início com os portões fechados por conta da bagunça envolvendo os cartolas de Vasco e Fluminense e a administração do Maracanã em relação a definição de quem ficaria com o setor Sul do estádio. Até 2013 – antes de passar para a administração privada, o local era, sempre, ocupado pela torcida do Vasco. Privatizado, o Maracanã fechou um contrato com Flamengo e Fluminense que passaram a ter a preferência pelo setor.

Sorteado mandante do jogo do último domingo, o Vasco solicitou o uso do setor que, por contrato, seria do Flu. Como o Tricolor deve dinheiro ao Maracanã, os administradores consideraram o contrato sem efeito e deram o cobiçado setor ao Vasco.

Irritado, presidente do Fluminense, Pedro Abad, convocou sua torcida para a “guerra” e conseguiu que a Justiça determinasse que o clássico fosse disputado com portões fechados. O Vasco assumiu o risco de ser multado e bancou a abertura dos portões. O JECrim disse “não” e manteve tudo fechado. Após muita confusão no entorno do estádio e 29 pessoas precisando de atendimento médico, o JECrim voltou atrás e permitiu a abertura dos portões do Maracanã com 30 minutos do primeiro tempo corridos.

Decisão que não serviu, é claro, para evitar que a final da Taça Guanabara perdesse a importância no plano maior.

Uma pena.

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