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Impeachment avança e a pergunta que fica é: Trump renunciará ao cargo ou não? Veja os prognósticos

O governo Trump nas mãos do Senado

Congresso entende que o presidente Donald Trump cometeu o crime de abuso de poder e autoriza o Senado a dar andamento ao processo de impeachment.

Foto: Mark Wilson/Getty Images/Reprodução

Majoritariamente Democrata (oposição), a Câmara dos Deputados dos Estados Unidos votou pela continuidade do processo de impeachment contra o presidente Donald Trump. O processo agora irá para o senado norte-americano – de maioria Republicana – onde precisará da aprovação de dois terços da casa para destituir Trump do cargo. Caso saia derrotado no processo, o ex-apresentador de O Aprendiz será substituído por Mike Pence, seu vice. A maioria pró-governo no Senado torna, neste momento, a derrota improvável. Mas tudo pode mudar muito rapidamente na conturbada gestão Trump e a pergunta segue a mesma: ele repetirá Richard Nixon e renunciará ao cargo? Os números do Bodog podem dar uma boa pista a este respeito (e garantir algum lucro).

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Quais são as acusações contra Trump?

Segundo a Comissão de Justiça da Câmara dos Estados Unidos, Trump cometeu abuso de poder. Para os congressistas, Trump pressionou o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, a interferir na disputa presidencial de 2020. O relatório diz que foi pedido que o país europeu abrisse uma investigação contra o ex-vice-presidente Joe Biden – provável adversário de Trump na luta pela Casa Branca no ano que vem. A conclusão é de que Trump condicionou a liberação de US$ 391 milhões (cerca de R$ 1,5 bilhão) em apoio militar à Ucrânia a abertura das investigações contra o virtual rival.

Isso tudo caracteriza o uso do poder presidencial em causa própria, o que é passível de impeachment.

Pesou contra Trump uma segunda acusação. Os congressistas afirmam que o presidente tentou obstruir o andamento do processo no Congresso. A conclusão foi de que houve uma orientação para que os órgãos do Poder Executivo desrespeitassem as intimações para a entrega de documentos e depoimentos que fossem relevantes ao processo.

 

O que diz Trump

Donald Trump, como era de se esperar, afirma que as acusações são infundadas e que ele não fez nada de errado. Chamou ainda o processo de “caça às bruxas” e “farsa”.

Na última terça-feira, dia 17, o presidente dos EUA mandou uma carta à presidente da Câmara, Nancy Pelosi (Democrata) onde dizia que as acusações não tinham respaldo “sob nenhum padrão de teoria, interpretação ou jurisprudência constitucional”.

Afirmou também que sua conversa com o presidente Zelenski foi “totalmente inocente” e que no trato com líderes de outras nações sempre coloca “os interesses dos EUA primeiro”.

 

Quais as chances de o Senado cassar Trump?

São mínimas as chances de um senado de maioria Republicana caçar o mandato de Donald Trump. Assim como no rito brasileiro, é necessário que dois terços da casa vote a favor do impeachment – algo pouco provável em uma casa com 53 de 100 senadores alinhados ao governo. Seriam necessários 67 votos à favor da destituição do presidente – fato que os analistas políticos consideram improvável neste momento.

Vale lembrar que a análise no Senado deverá começar em janeiro.

 

É possível que Trump renuncie ao mandato?

Se um processo de impeachment “bem-sucedido” não está na mesa neste momento, existem possibilidades de que Donald Trump renuncie ao seu mandato?

Claro que a chance de renúncia sempre existe em qualquer governo. Mas, segundo os números do Bodog, a menos que um fato novo com o poder de destruição de uma bomba atômica apareça nas próximas semanas, Trump deverá fechar o mandato normalmente e concorrer a reeleição em 2020. A renúncia aparece como uma grande zebra no Bodog, pagando 6 por um enquanto que a ida até o final do mandato rende 1,11 para cada real investido.

Dos presidentes norte-americanos que foram alvo de processos de impeachment, nenhum foi removido de seu cargo e apenas Richard Nixon renunciou antes de sofrer a provável cassação. Andrew Johnson (1868) e Bill Clinton (1998) também passaram pelo processo, mas foram inocentados pelo Senado.

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