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Paixão Nacional: e se não der?

Hoje, a partir das 21:45, no Allianz Parque (com transmissão pela TV Globo), o Palmeiras definirá o que sobrou de sua temporada. Se passar por cima do Barcelona de Guayaquil, seguirá vivo na Copa Libertadores da América, sonhando com o título. Se não conseguir reverter a derrota de 1 a 0 sofrida no jogo de ida, no Equador, dará adeus à competição continental e, muito provavelmente, entrará em uma crise gigatesca para o segundo do turno do Campeonato Brasileiro – onde apenas um improvável milagre recolocará o Verdão no caminho do título.

Para o discurso que vem sendo pregado – de que o campeonato que importa no ano é a Libertadores –, o planejamento, por enquanto, segue o caminho mais sensato: o time titular foi poupado no final de semana para que o Palmeiras entre em campo hoje com força máxima. Isso significa dizer que Borja, o cone mais caro da história do futebol brasileiro, seguirá no banco de reservas. Grande reforço para o Verdão que se acostumou a jogar com 10 quando o atacante está em campo.

O próprio Cuca disse, no início de seu trabalho, que é quase impossível “ganhar tudo” (com ou sem suas calças da sorte). E é mesmo. A eliminação para o Cruzeiro na Copa do Brasil e os 15 pontos de diferença para o Corinthians, líder do Brasileirão, “meio que decidiram” pela comissão técnica qual era o objetivo do ano – o único realisticamente possível no momento. Se der certo e o caneco da Libertadores vier, glória a Cuca e seus comandados. Se der errado, raios e trovões cairão na cabeça de Alexandre Mattos o diretor de futebol que, à frente da montagem do elenco para 2017, é um dos – se não “O” – grandes responsáveis pela decepção que o Palmeiras vem sendo nesta temporada.

Esta noite, descobriremos se a história prosseguirá com perspectivas de glória, ou se o céu cairá sobre as cabeças alviverdes.

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