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O que a estreia incrível de Justin Gaethje no UFC representa para a divisão dos leves

Foto: Reprodução/UFC

A luta principal do The Ultimate Fighter 25 foi muito mais do que um aperitivo para preparar os fãs para as emoções do UFC 213. No evento que aconteceu nesta sexta-feira, em Las Vegas (EUA), Justin Gaethje nocauteou Michael Johnson de forma espetacular em combate de tirar o fôlego. O duelo foi tão emocionante que tem potencial para ser uma das melhores lutas do ano.

Gaethje fez sua primeira luta no UFC, e não chegou pedindo licença. Meteu logo o pé na porta e já expressou ao mundo suas intenções e seu potencial na categoria dos leves da maior organização de MMA do mundo. Com a vitória contra Johnson, o americano, ex-campeão do WSOF, alcançou o número de 18 vitórias em 18 lutas, sendo 15 triunfos conquistados por nocaute.

Johnson é um veterano e já faz parte do plantel do UFC há sete anos. Eu apostava em sua vitória. Mas a resistência de Gaethje me impressionou. Ele chegou perto de ser nocauteado diversas vezes, mas aguentou a pressão do rival até encaixar seu jogo e chegar ao nocaute técnico. Foi um combate com direito a tudo. Chutes, socos, cotoveladas, joelhadas voadoras. Do jeito que o fã de lutas gosta. Um legítimo duelo entre lutadores que não têm medo de trocação franca. Isso tudo em apenas dois rounds. Vale lembrar que o duelo era previsto para cinco (por ser luta principal), mas só foi até os 4m48seg do segundo assalto e mesmo assim tirou o fôlego do torcedor.

Com esse resultado, Gaethje chega na divisão dos leves com moral. Ele deve entrar direto no top 5 do ranking oficial da divisão, já que Johnson era o quinto colocado e deve perder a posição. A chegada de Justin promete sacudir uma categoria que vive em ritmo lento, já que o atual campeão, Conor McGregor, se aventura no boxe para fazer uma superluta com Floyd Mayweather. Existem inúmeros confrontos empolgantes que Justin pode fazer – e vencer – na divisão.

Justin Gaethje é certeza de emoção no octógono. Essa primeira luta deixou isso muito claro. Vida longa ao atleta no UFC.

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