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Vôlei

O Corinthians é a grande novidade da Superliga 2017/18 de vôlei!

Corinthians vôlei
Foto: Nícollas Ornelas/Corinthians

Timão se junta a outros dois clubes de futebol, Cruzeiro e Fluminense, na elite do voleibol.

A Superliga, ou Campeonato Brasileiro, começa em outubro tanto para homens quanto para mulheres. Por enquanto, os quadros fazem seus últimos ajustes, participando das competições estaduais. Muitos craques ainda trabalham com a seleção brasileira, que termina sua exaustiva série de compromissos após a participação na Copa dos Campeões do Japão.

 

Corinthians desafia o Cruzeiro

O Cruzeiro ganhou tudo o que disputou em 2016/17: Mundial, Sul-Americano, Brasileiro, Copa do Brasil, Supercopa e Mineiro. Seus maiores rivais eram a FUNVIC, o SESI e o Brasil Kirin. Surge mais um oponente que sonha em fazer frente com a Raposa: o Corinthians, time de massa que espera brilhar na modalidade, assim como já faz em outras tantas praticadas pelo clube.

Para esta temporada, a Raposa manteve boa parte das estrelas de sua constelação: os cubanos Leal e Simón, além do ponteiro Filipe, do líbero Serginho, do central Isac e do campeão olímpico Evandro.

A segunda maior força tende a ser a FUNVIC, representação de Taubaté, que tem cinco peças da seleção canarinho: Raphael, Wallace, Lucarelli, Otávio e o líbero Thales. Também permaneceu o campeão olímpico Dante.

Ano passado, São Bernardo e Caramuru Vôlei foram rebaixados. O SESC subiu por conquistar a Superliga B.

A outra vaga na elite saiu de uma seletiva, denominada Taça de Ouro, que dava uma chance aos descendidos de voltarem logo na temporada seguinte à elite. Quem ficou com a vaga foi o Corinthians, novo plantel que está baseado em Guarulhos. O Timão repete Palmeiras (1994 a 1996 e 1999 a 2003), Flamengo (1994 a 1996), São Paulo (1999 a 2000 e 2003 a 2004), Vasco da Gama (2000 a 2002), além do próprio Cruzeiro, de levar uma esquadra de futebol à modalidade mais profissional do país.

 

O “novo” Rio de Janeiro VC

Após investir vinte anos no vôlei, em um projeto que começou em Curitiba e se mudou para a Cidade Maravilhosa, a Unilever deixou o esporte. O Rio de Janeiro VC não acabou, pois, o SESC assumiu o elenco, que em 2016/17 se sagrou campeã sul-americana, brasileira, da Copa do Brasil e da Supercopa. O técnico Bernardinho, assim como as famosas Gabi, Juciely e Fabi tiveram seus contratos renovados.

As cariocas terão de fazer frente ao Praia Clube de Uberlândia, que conta com Fernanda Garay, Fabiana, Amanda e Suelen, ao Osasco, de Mari Paraíba, Tandara, Bia e Fabíola, e ao Minas TC, de Carol Gattaz, Léia e Rosamaria.

Em relação ao ano passado, SESI e Country Clube de Valinhos acabaram excluídos da Superliga. O Barueri, do professor José Roberto Guimarães, ficou com a taça da Superliga B e pegou o elevador para subir. A outra vaga acabou sendo preenchida pelo próprio rebaixado SESI, que se reestruturou e subiu no alto do pódio da Taça de Ouro.

 

Regulamento

A fórmula de disputa do feminino e do masculino é a mesma. Na primeira fase, os concorrentes se enfrentam em turno e returno totalizando 22 partidas para cada. Os oito melhores avançam aos playoffs. A partir daí, teremos mata-mata em melhor de cinco embates nas quartas de final e nas semifinais. A final será em melhor de dois duelos. Os dois últimos colocados da etapa de classificação perdem o direito de concorrer na Superliga de 2018/19 e terão de voltar através da Taça de Ouro de 2018 ou da segunda divisão de 2018/19

 

A segunda divisão

A Superliga B deverá ter seu início em janeiro. A princípio, qualquer clube que decida investir pode disputar o título e a uma vaga na primeira divisão da temporada seguinte. Algumas equipes que devem pintar nesta contenda são Atibaia (masculino), Botafogo (masculino), Bradesco (feminino), Brusque (feminino), Curitibano (feminino), Ribeirão Preto (masculino), São José dos Campos (masculino) e Valinhos CC (feminino).

 

Supercopa em Fortaleza

A Supercopa reúne em jogos únicos os vencedores da Superliga e da Copa do Brasil da temporada anterior. No masculino, teremos o Cruzeiro, campeão brasileiro, encarando a FUNVIC, que venceu o torneio mata-mata.

No feminino, o Rexona havia prevalecido nos dois certames. A Unilever deixou o voleibol e a agremiação acabou incorporada pelo SESC. Assim, jogarão SESC e Minas TC, vice-campeão copeiro.

Os confrontos acontecerão no Centro de Formação Olímpica, na capital cearense.

Quarta-feira, 11 de outubro

  • 19h00: Cruzeiro x FUNVIC – palpite: Cruzeiro.

Sexta-feira, 13 de outubro

  • 20h30: SESC x Minas TC – palpite: SESC.

 

Os participantes masculinos

  • MG: Cruzeiro, Minas TC, Montes Claros e UFJF.
  • PR: Maringá.
  • RJ:
  • RS: Bento Vôlei e PM Canoas.
  • SP: Brasil Kirin, Corinthians, FUNVIC e SESI.

 

Os participantes femininos

  • DF: Brasília.
  • MG: Minas TC e PC Uberlândia.
  • RJ: Fluminense e SESC.
  • SC: Rio do Sul.
  • SP: Barueri, Bauru, Osasco, Pinheiros, São Caetano e SESI.

 

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